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Consórcio microalgas-bactérias: estratégia sustentável para produção de energia renovável e tratamento terciário do esgoto sanitário

Processo: 22/07475-3
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2022 - 31 de outubro de 2024
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Tratamentos de Águas de Abastecimento e Residuárias
Convênio/Acordo: FACEPE
Pesquisador responsável:Gustavo Henrique Ribeiro da Silva
Beneficiário:Gustavo Henrique Ribeiro da Silva
Instituição Sede: Faculdade de Engenharia (FE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Ana Teresa Lombardi ; Germán Buitrón Méndez ; Heitor Cantarella ; Inês Cechin ; Inessa Lacativa Bagatini ; Raul Muñoz Torre ; Rodrigo Braga Moruzzi ; Tânia Vasconcelos Fernandes
Assunto(s):Tratamento de águas residuárias  Fertilizantes biológicos  Fotobiorreatores  Biogás  Biocombustíveis  Biomassa  Bioprodutos 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:biofertilizantes | biogás e biocombustíveis | biomassa algal | fotobiorreatores | Metabarcoding | recuperação de bioprodutos | Tratamento de Efluentes

Resumo

No Brasil, os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário são responsáveis por cerca de 2% da energia elétrica consumida no país, sendo esse consumo responsável por 15,4% das despesas do setor de saneamento. A intensificação de fenômenos climáticos extremos tem impulsionado de forma global a transição da matriz energética para formas mais sustentáveis, assim, as novas estações de tratamento de esgotos (ETEs) devem visar, sempre que possível, à autossuficiência energética. Sabe-se que as ETEs já instaladas têm gastos elevados de energia, desperdício de água e nutrientes, além da emissão de cargas poluidoras residuais no meio ambiente. As tecnologias anaeróbias-aeróbias, largamente empregadas no Brasil para remoção de poluentes, podem ser otimizados para produzir biocombustível e biogás. Diante destas potencialidades, a presente proposta pretende otimizar o crescimento de microalgas em fotobiorreatores (abertos e fechados) como pós-tratamento de esgotos sanitários para posterior separação e concentração da biomassa. A partir desta biomassa, pretende-se pesquisar estratégias de pré-tratamento para maximizar a produção de biogás em biorreatores (UASB e em bateladas sequenciais), avaliar a possibilidade de recuperação de exopolímeros e ainda, estudar a viabilidade do uso da biomassa residual como fertilizante agrícola. (AU)

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