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Anticorpos monoclonais contra a Leucemia Linfoide Aguda pediátrica

Processo: 21/04137-7
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de fevereiro de 2023 - 31 de janeiro de 2028
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Priscila Pini Zenatti Salles
Beneficiário:Priscila Pini Zenatti Salles
Instituição Sede: Centro Infantil de Investigações Hematológicas Dr Domingos A Boldrini (CIB). Campinas , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Fabio Cesar Gozzo ; Fernando Guimarães ; Giovanna Rosa Degasperi ; José Andrés Yunes ; Pedro Otavio de Campos Lima ; Renata Stripecke ; Thierry Rose
Bolsa(s) vinculada(s):24/01331-5 - Desenvolvimento de um modelo murino humanizado para o estudo de anticorpos humanizados anti-IL7R no tratamento da leucemia linfoide aguda, BP.MS
23/11088-8 - Caracterização e validação funcional de anticorpo anti-IL7Ra humanizado para o tratamento da Leucemia Pediátrica, BP.DD
23/11129-6 - Estabelecimento e padronização do processo de humanização do anticorpo terapêutico anti-IL-7R pela técnica de CDR-grafting, BP.DD
23/02754-4 - Treinamento em estabelecer modelos de PDX (xenoenxerto derivado de pacientes) em camundongos para pesquisa, BP.TT
Assunto(s):Anticorpos monoclonais humanizados  Oncologia pediátrica  Neoplasias  Leucemia-linfoma linfoblástico de células precursoras  Crianças e adolescentes  Receptores de interleucina-7  Avaliação pré-clínica de medicamentos 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:anticorpos humanizados | Anticorpos terapêuticos | anti-IL7R | camundongo humanizado | Leucemia linfoide aguda | testes pré-clinicos | Anticorpos Terapêuticos

Resumo

O uso de anticorpos monoclonais terapêuticos tem sido muito eficiente no combate das leucemias e outras malignidades e, quando usados em combinação com os protocolos convencionais, sensibilizam as células malignas ao tratamento, resultando em melhor resposta e menos efeitos colaterais. Um bom alvo terapêutico deve ser capaz de guiar a destruição da célula maligna, causando pouco ou nenhum dano às células saudáveis. Identificamos, assim, que o IL7Ra, uma proteína expressa na superfície dos linfócitos, responsável pelo desenvolvimento e maturação destas células, têm potencial oncogênico. Aproximadamente 10% das LLA-T e 1% das LLA-B têm essa proteína constitutivamente ativada. Neste projeto, propomos humanizar 3 anticorpos anti-IL7Ra para o tratamento da leucemia linfoide aguda. Já comprovamos, em testes pré-clínicos, que as versões murinas destes 3 anticorpos têm grande potencial em bloquear a progressão da leucemia e mostram um efeito terapêutico combinado quando usadas em formato de coquetel. A disponibilidade destes anticorpos para uso clínico tem grande relevância não apenas para o tratamento da leucemia, mas também para outras doenças que têm como gatilho alterações nas vias de sinalização do IL7Ra Espera-se que protocolos clínicos que incluam anti-IL7Ra para o tratamento da leucemia melhorem as taxas de cura dos pacientes em relação aos procedimentos atuais. Propomos também estabelecer e padronizar um modelo animal humanizado que servirá de ferramenta para os ensaios pré-clínicos destes reagentes e para outros estudos futuros. (AU)

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