| Processo: | 22/05411-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2024 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas |
| Pesquisador responsável: | Eduardo Maffud Cilli |
| Beneficiário: | Eduardo Maffud Cilli |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Pesquisadores associados: | Eduardo Rene Perez Gonzalez ; Marcia Aparecida Silva Graminha |
| Assunto(s): | Peptídeos bioativos Anti-infecciosos Guanidinas Peptídeos Síntese química Leishmaniose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anti-leishmania | Antimicrobiano | bioconjugados | guanidinas | peptídeos | Síntese | peptídeos bioativos |
Resumo
Leishmanioses correspondem a um grupo de doenças causadas por protozoários do gênero Leishmania. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), nos últimos 20 anos, foram notificados 1.067.759 casos de leishmaniose cutânea (LC) e mucosa (LM). As doenças parasitárias representam grande problema de saúde pública, principalmente considerando o número crescente de pacientes imunocomprometidos e aqueles vivendo em situação de pobreza. No entanto, há poucas opções terapêuticas disponíveis para o tratamento destas doenças, sendo as existentes pouco eficazes e com efeitos colaterais. Desta forma, a busca por novas alternativas terapêuticas é muito importante. O objetivo deste trabalho é a produção de bioconjugados peptídicos contendo grupos guanidínicos, visando o aumento da atividade antiparasitária destas moléculas. Peptídeos antimicrobianos e de penetração celular serão acoplados a guanidinas com atividade anti-Leishmania, visando aumentar a seletividade e a potência dos conjugados obtidos. O peptídeo antimicrobiano da classe das temporinas (TSHa), que possui atividade leishmanicida, será acoplado à quatro compostos anti-Leishmania guanidínicos, denominados GVLs. Uma das guanidinas também será acoplada aos peptídeos de penetração celular AIP-6, PFV e HIV-TAT, descritos na literatura como bons carreadores em membranas celulares, visando aumentar a concentração intracelular das guanidinas e sua atividade. O peptídeo desCys11/Lys12/Lys13(p-BthTX-I)2K e o derivado dimérico do TSHa, também serão avaliados. Dados preliminares mostraram que o bioconjugado TSHa ligado a uma guanidina possui atividade anti-amastigota e anti-promastigota mais potente que as moléculas originais e maior seletividade para os parasitos quando comparados às células hospedeiras. Desta forma, este projeto visa o desenvolvimento de novos fármacos para o tratamento da leishmaniose. (AU)
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