Resumo
Equipe liderada por G. Brockington examinou o impacto do contato de crianças com narrativas ficcionais na regulação fisiológica e em funções psicológicas, por meio da análise de biomarcadores (oxitocina e cortisol), associações psicolinguísticas e escalas de dor. Os resultados mostraram um aumento da ocitocina combinado com uma diminuição do nível de cortisol na saliva após uma sessão de 30 minutos de contação de histórias. As crianças também relataram menos dor e usaram marcadores lexicais mais positivos ao descrever seu tempo no hospital (Brockington, et al., 2021). Todos esses benefícios ocorreram sem que os pesquisadores tivessem considerado as características textuais das narrativas a serem lidas. Tampouco foram considerados a inserção social das crianças e o impacto da presença de um contador de histórias como mediador no contato com a narrativa. Por isso, propomos dar prosseguimento à pesquisa inicial, integrando profissionais da área médica e dos estudos literários, para examinar possíveis correlações entre os seguintes elementos: biomarcadores (ocitocina, cortisol, ACTH), escalas de dor, condição social das crianças, condição de recepção das narrativas, elementos textuais e composicionais das histórias. (AU)
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