Resumo
Pacientes com doença pulmonar intersticial (DPI) fibrosante, como a pneumonite de hipersensibilidade, altamente prevalente no Brasil, podem evoluir com exarcebações agudas, apesar um tratamento otimizado instituído, promovendo assim em um terço deles o fenótipo progressivo de alta morbi-mortalidade. Objetivos: desvendar a fisiopatologia das DPIs fibrosantes progressiva, validando biomarcadores de sua progressão. Paciente e Métodos: Transcriptoma espacial será realizado em biópsia pulmonar cirúrgica de 5 pacientes com DPI fibrosante progressiva e 5 estável, além de 6 com exacerbações por autopsia minimamente invasiva. Confirmação dos achados será realizada por imunohistoquimica, qPCR e microscopia eletrônica de transmissão com immunogold. Validação será realizada em 200 pacientes com DPIs fibrosantes e 50 controles (câncer de pulmão) por imunohostoquímica/morfometria e qPCR em biópsia transbrônquica e citometria de fluxo em lavado broncoalveolar. Avaliação clínico-radio-patológica será realizada em todos os casos, incluindo radiogenômica. A integração dos dados será analisada por bioinformática, deep learning e inteligência artificial. Resultados Esperados: identificar as vias moleculares promotoras das exarcebações e por consequente progressão da fibrose pela integração de dados transcriptômicos, moleculares e clinico-radio-patológico ao perfazerem temporalmente a história natural da doença, determinando assim tanto o processo fisiopatológico, quanto seus biomarcadores capazes de predizer o fenótipo da DPI fibrosante progressiva na fase inicial da doença. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |