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Herança epigenética do Transtorno do Espectro Autista (TEA): investigação do envolvimento de sncRNA

Processo: 22/14195-7
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2023 - 30 de abril de 2025
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Taiza Stumpp Teixeira
Beneficiário:Taiza Stumpp Teixeira
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Epigenômica  Transtorno do espectro autista  Transtorno autístico  Espermatozoides  Células-tronco pluripotentes induzidas  RNA não traduzido 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:autismo | epigenética | espermatozóides | iPSC | sncRNA | Epigenética

Resumo

A epigenética trata de mudanças na expressão gênica que não alteram a sequência de pares de bases de DNA. Essas modificações incluem metilação do DNA e regulação por short non-coding RNAs (sncRNAs). Os sncRNAs têm sido apontados como potenciais biomarcadores para o diagnóstico de transtornos psiquiátricos. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno de desenvolvimento neurológico que envolve um espectro amplo de fenótipos clínicos e que apresenta contribuição genética complexa. Embora a influência da hereditariedade no TEA tenha sido apontada, ainda não foram encontrados padrões genéticos definitivos que indiquem a herança de todos os casos de TEA. Mecanismos de herança epigenética vem sendo identificados na transmissão da memória do estresse e na transmissão do aumento da plasticidade sináptica. Desta forma, hipotetiza-se que a combinação dos panoramas genético e epigenético influenciam no desenvolvimento do TEA. Assim, o objetivo deste estudo é investigar a existência da expressão diferencial de sncRNAs em neurônios diferenciados in vitro a partir de células tronco pluripotentes induzidas (iPSC) obtidas de pacientes TEA e compará-la com os espermatozoides de pais de pacientes TEA. Para isto, será coletado sangue dos pacientes TEA e de seus pais, bem como amostras de sêmen dos pais. A partir das células do sangue serão obtidas iPSC, as quais serão diferenciadas em células tronco progenitoras (NPC) e neurônios. Os neurônios, NPC e espermatozoides serão submetidos à extração de sncRNAs, que serão analisados por sequenciamento de nova geração. Os sncRNA de interesse que apresentarem expressão diferencial nos tipos celulares analisados serão validados por RT-qPCR. (AU)

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