| Processo: | 22/10491-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Etnofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Claudia Helena Pellizzon |
| Beneficiário: | Claudia Helena Pellizzon |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Pesquisadores associados: | Carlos Alberto Hussni ; Jairo Kenupp Bastos ; Paulo Fernando de Arruda Mancera |
| Assunto(s): | Pele Derme Epiderme Produtos naturais Modelos matemáticos Cicatrização Própolis vermelha Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cicatrização de pele | Derme | epiderme | Modelos Matemáticos | Produtos Naturais | Pele |
Resumo
O processo de cicatrização depende de uma série de fatores bioquímicos e fisiológicos, que são sequenciais e interdependentes, desencadeiam mediadores para ativação celular e reorganização do tecido lesado. Dependendo das alterações metabólicas, as lesões podem demorar até anos para o seu total fechamento, visto que não existe um padrão ouro de tratamento que atue de modo efetivo na cicatrização da pele. Dessa forma, a busca por um novo produto se faz necessária, e diferentes tipos de própolis, têm despertado um grande interesse para triagem de substâncias com potencial efeitos anti-inflamatório, antioxidantes, anti-tumoral e cicatrizantes, pois apresenta em sua composição quantidades significativas de compostos fenólicos e terpenos, possivelmente os grandes responsáveis pelas propriedades anti-inflamatória e antioxidante no processo cicatricial de pele. Para isso, serão utilizados ratos Wistar machos que serão randomicamente divididos em grupos experimentais (n=5). Os animais serão submetidos à indução da lesão dorsal de 2 cm de diâmetro, que serão tratadas uma vez por dia e medidas durante 3 e 7 dias. A área das feridas será medida diariamente para verificar a redução macroscópica e o aspecto clínico das lesões. Após a eutanásia, a ferida será destinada a análises bioquímicas (atividade anti-inflamatória e antioxidante), histológicas e imunohistoquímicas e moleculares por meio de transcriptoma de RNA-seq e RT-qPCR. Desta forma, espera-se, o desenvolvimento de formulações para o tratamento futuro de feridas cutâneas em humanos e animal.Este trabalho está vinculado ao projeto temático aprovado pela FAPESP (Processo FAPESP: 2017/04138-8): "Realização de estudos químicos, analíticos, biológicos, farmacológicos e tecnológicos para preenchimento das lacunas no desenvolvimento do setor de própolis brasileiro". (AU)
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