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Aplicação de Metil-jasmonato em maracujá (Passiflora edulis Sims F. flavicarpa Degener) visando a biofortificação fenólica: caracterização de atividade biológica e atributos de qualidade.

Processo: 23/01417-4
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2023 - 30 de junho de 2025
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Convênio/Acordo: CNPq
Pesquisador responsável:Eduardo Purgatto
Beneficiário:Eduardo Purgatto
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07914-8 - FoRC - Centro de Pesquisa em Alimentos, AP.CEPID
Bolsa(s) vinculada(s):23/10197-8 - Aplicação de Metil-jasmonato em maracujá (Passiflora edulis Sims F. flavicarpa Degener) visando a biofortificação fenólica: caracterização de atividade biológica e atributos de qualidade., BP.JD
Assunto(s):Anti-inflamatórios  Compostos bioativos  Compostos voláteis  Espécies de oxigênio reativas  Frutas tropicais  Atenção à saúde 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:atividade anti-inflamatória | Compostos bioativos | compostos volateis | Espécies Reativas | frutas tropicais | Saúde humana | Compostos bioativos

Resumo

O presente estudo tem como objetivo principal determinar como o fitormônio metil-jasmonato (MeJa) atua na maturação do maracujá (Passiflora edulis Sims) quanto a formação dos compostos voláteis na polpa e como biofortificador de compostos fenólicos em casca, sementes e polpa de maracujá. Existe uma lacuna científica quanto ao uso do MeJa em maracujá. Devido ao aroma e sabor característicos o maracujá (Passiflora edulis Sims F. flavicarpa Degener) é consumido em todo o mundo. O maracujá é uma fruta tropical economicamente ativa no cenário nacional, contudo são limitadas as informações da influência de seu amadurecimento no mecanismo de formação do aroma e nas propriedades antioxidantes. O MeJa é um fitormônio volátil com efeitos no amadurecimento de frutos climatérios e não climatérios, cujos mecanismos indicam associação com o etileno. Do ponto de vista da qualidade sensorial, estudos em frutos demonstram sua capacidade em modular a formação de compostos voláteis responsáveis pelo aroma e sabor. Recentemente, o MeJa foi associado ao aumento da capacidade antioxidante de frutas, principalmente, no teor de compostos fenólicos, cujo papel na prevenção ou redução do dano oxidativo tem sido bastante documentado. Durante os processos metabólicos, os quais resultam em uma produção contínua de radicais livres, são ativados mecanismos de defesa antioxidante para limitar seus níveis intracelulares e impedir a indução de danos causados por esses radicais, dentre os quais aumento em diversos parâmetros bioquímicos e fisiológicos associados a inflamação. Diversas doenças crônicas não-transmissíveis têm sido associadas a um contínuo estímulo na indução da expressão de genes de vias ligadas a resposta inflamatória. Deste modo, o presente estudo é inovador, pois propõe utilizar técnicas laboratoriais ex-vivo (modelos celulares) para determinar a viabilidade celular e a atividade anti-inflamatória das células tratadas com extrato proveniente de maracujá maduro biofortificado pela exposição ao MeJa. Outros objetivos específicos almejados para a avaliação da polpa do maracujá, são: impactos para a qualidade sensorial da fruta determinado pela formação de compostos voláteis do aroma, determinação quantitativamente e qualitativamente dos compostos fenólicos; avaliação da capacidade de desativação de espécies reativas de oxigênio e estudar o efeito tóxico in-vivo (Galleria mellonella). (AU)

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