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Estimulação táctil corporal e bem-estar em peixes: efeitos sobre a agressividade, monoaminas cerebrais e desempenho produtivo

Processo: 23/02306-1
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2023 - 31 de julho de 2025
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Aquicultura
Pesquisador responsável:Eliane Gonçalves de Freitas
Beneficiário:Eliane Gonçalves de Freitas
Instituição Sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Pesquisadores associados: Marta Sofia Candeias Soares
Bolsa(s) vinculada(s):23/09880-5 - Efeito da livre escolha pela estimulação táctil sobre a agressividade e os níveis de monoaminas cerebrais na tilápia-do-nilo, Oreochromis niloticus (L.), BP.TT
Assunto(s):Bem-estar do animal  Peixes  Tilápia-do-Nilo  Betta splendens  Ciclídeos  Enriquecimento ambiental  Estresse social 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Betta splendens | Ciclídeos | enriquecimento ambiental | Estresse social | Interação agressiva | Tilápia-do-nilo | Bem-estar animal

Resumo

O objetivo deste projeto é aplicar estimulação táctil corporal (semelhante a toques ou massagem terapêutica humana) como forma de melhorar o bem-estar de peixes. Para tal, desenvolvemos um aparato formado por hastes plásticas contendo cerdas de silicone nas laterais, que ficam enfileiradas no centro do aquário e por entre as quais os peixes atravessam, recebendo estimulação táctil (contato físico). Em estudos prévios, observamos redução da agressividade e aumento do crescimento na tilápia-do-nilo, demonstrando que essa é uma ferramenta promissora na melhora de bem-estar em peixes. Porém, trata-se de um tema novo cujos mecanismos e efeitos em diferentes espécies são pouco explorados. Um dos possíveis mecanismos para a redução da agressividade em vertebrados é o aumento dos níveis de monoaminas cerebrais, como a dopamina e a serotonina. Assim, iremos testar os efeitos da estimulação táctil sobre a agressividade, estresse social e níveis de monoaminas cerebrais na condição de livre escolha pela estimulação na tilápia-do-nilo, Oreochromis niloticus (estudo 1); em Pterophyllum scalare, e Betta splendens (estudo 2) e no comportamento de apaziguamento de Geophagus iporangensis (estudo 3). Os animais serão submetidos a tratamentos com ou sem estimulação (controle) por 21 a 25 dias. Iremos avaliar as interações agressivas, o cortisol plasmático, glicemia, dopamina e serotonina cerebral. Em todos os casos espera-se que a estimulação táctil melhore o bem-estar pela elevação dos níveis dessas monoaminas, bem como melhora no desempenho produtivo decorrente da redução do gasto energético com as lutas e com o estresse social. Esta proposta é inovadora e está alinhada com o cenário científico internacional, podendo gerar tecnologia de baixo custo para mitigar os impactos dos sistemas de criação e manejo de peixes, agregando valor ao comércio aquícola. (AU)

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