| Processo: | 22/13379-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2026 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Pesquisador responsável: | Fabiana Testa Moura de Carvalho Vicentini |
| Beneficiário: | Fabiana Testa Moura de Carvalho Vicentini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Maíra Peres Ferreira Duarte ; Mandip Singh Sachdeva ; Osvaldo de Freitas ; Renata Fonseca Vianna Lopez ; Wendy Martin Rios |
| Assunto(s): | Vacinologia Vacinas de DNA Imunoterapia Melanoma Imunização Nanopartículas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Imunização Transcutânea | imunoterapia | melanoma | Métodos físicos | Nanopartícula biológica | vacina gênica | Nanovacinologia |
Resumo
O objetivo deste projeto é a obtenção de formulação vacinal capaz de superar desafios no processo produtivo e as principais barreiras para administração de vacinas de DNA com efetividade e segurança. Nesse sentido propõe o desenvolvimento de sistemas de liberação baseados na glicosilação da ferritina pela quitosana para incorporação das construções vacinais, como uma estratégia para obtenção de sistemas mais adequados como carreadores com relação à atributos farmacotécnicos importantes e consequentemente com resultados biológicos satisfatórios. Será avaliado também a influência das propriedades físico-químicas dos diferentes sistemas obtidos no uptake dos mesmos por macrófagos e células dendríticas, assim como no perfil de resposta imune in vitro, com objetivo principal de explorar as interações de sistemas particulados com células contribuindo para o desenvolvimento de novas plataformas tecnológicas de uso da nanotecnologia na vacinologia. Adicionalmente à estratégia farmacotécnica, será investigada a imunização transcutânea como via alternativa à administração intramuscular, para tal será avaliada a influência da associação de diferentes métodos físicos (microagulhas, ultrassom e iontoforese), na permeação e retenção da vacina de DNA incorporada no sistema de liberação em estudo. A partir dos resultados obtidos, os sistemas e dispositivos selecionados serão investigados quanto a eficácia, que envolverá avaliação da imunogenicidade in vivo das formulações vacinais comparando as vias de administração intramuscular e tópica, e avaliação da eficácia em modelo de melanoma. (AU)
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