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Estudos de áreas de florestas em regeneração através de imagens Landsat

Processo: 94/02706-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 1994 - 30 de setembro de 1996
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal
Pesquisador responsável:Getúlio Teixeira Batista
Beneficiário:Getúlio Teixeira Batista
Instituição-sede: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Brasil). São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Sensoriamento remoto  Uso do solo  Biomassa  Gases do efeito estufa  Ciclo do carbono  Mudança climática  Amazônia Brasileira 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Contribuições...climáticas_24_41_41.pdf

Resumo

A mudança no uso da terra envolvendo a conversão da floresta em pastagens ou outros usos agrícolas, implica na emissão de gases de "efeito estufa", principalmente CO2 para a atmosfera. Áreas em processo de regeneração, contribuem para o seqüestro de parte do CO2 através do processo de fotossíntese. O conhecimento do balanço de carbono da Amazônia é bastante precário e não se conhece a área e as taxas de incorporação de carbono pelas áreas em regeneração. Este projeto visa a caracterização de áreas de florestas secundárias, i.e. áreas previamente ocupadas com floresta, que foram desmaiadas e posteriormente abandonadas, e atualmente estão em processo de regeneração. Este projeto se insere no objetivo de longo prazo de entender a contribuição do processo de rebrota de floresta no balanço de carbono da região Amazônica. O projeto explorará o uso integrado de várias técnicas incluindo o uso de imagens de satélite de Sensoriamento Remoto (Landsat), geoprocessamento através de sistemas de informações geográficas, posicionamento geográfico por satélite usando o sistema GPS ("Global Positioning System") e trabalho de campo para a caracterização dos parâmetros da vegetação incluindo inventário florístico, inventário de volume visando estimativa de biomassa através de equações alométricas e a caracterização espectral das áreas de rebrota. Os resultados esperados deste experimento incluem a definição das classes de rebrota caracterizáveis através de dados de satélite (e.g. áreas em regeneração de zero a dois anos, áreas com mais de dois anos e menos de cinco, áreas com mais de cinco anos e menos de 10, e áreas em regeneração com mais de 10 anos) com aferição da exatidão obtida pela verificação de campo, e a avaliação da metodologia para ser testada em outras áreas visando no futuro a estimativa regional das áreas de rebrota e sua contribuição no balanço de carbono da Amazônia Legal Brasileira. (AU)