| Processo: | 22/16545-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca |
| Pesquisador responsável: | Érico Tadao Teramoto |
| Beneficiário: | Érico Tadao Teramoto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agrárias. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus do Vale do Ribeira. Registro , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Registro |
| Pesquisadores associados: | Alexandre Dal Pai ; Carlos Augusto Prata Gaona ; Dariane Beatriz Schoffen Enke ; Guilherme Wolff Bueno ; Levi Pompermayer Machado |
| Assunto(s): | Tecnologia Aquicultura Pesca artesanal Bioeconomia Energia renovável Energia solar Inovação social Secagem de alimentos Litoral do Brasil Região Sul São Paulo (SP) Mata Atlântica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aquicultura | bioeconomia | Bioinovação | energia renovável | Pesca Artesanal | Tecnologia do Pescado |
Resumo
A radiação solar é considerada uma das principais fontes renováveis de energia, estratégica para a produção sustentáveis de alimentos, por ser limpa, perene e gratuita. O uso da energia solar na secagem de alimentos sempre foi atrativo, levando em conta o custo-benefício e a aplicabilidade na propriedade rural pelo próprio produtor. A secagem de alimentos na propriedade rural tem como finalidade reduzir o teor de água nos alimentos e, desta forma, aumentar o tempo de vida útil do produto e reduzir o custo de transporte. Atualmente, os secadores fotovoltaicos/térmicos (PVT) se destacam dentre as tecnologias solares de secagem, sendo considerados os mais promissores e por isso foco de diferentes estudos. Nos secadores PVT, o calor para realizar a secagem provem do resfriamento de painéis fotovoltaicos, que é realizado para aumentar a eficiência na geração de energia elétrica. O presente projeto propõe o uso de secadores PVT na secagem de alimentos produzidos por comunidades tradicionais da Mata Atlântica e Litoral Sul de São Paulo, onde predominam condições de elevada nebulosidade e umidade do ar. Diferentes configurações de secadores PVT serão desenvolvidas e testadas, buscando superar as limitações impostas pelo clima e para adequar-se ao tipo de alimento. Testes de secagem serão feitos com a lentilha de água (Lemna spp.), que não apresenta informações na literatura, além de peixes regionais salgados e bottarga, que são produzidos pelas comunidades tradicionais. Esta bioinovação será testada in loco visando atingir o nível seis de maturidade tecnológica (TRL). Assim, será possível desenvolver uma tecnologia social que irá valorizar a produção local, aumentar a renda e fomentar a bioeconomia da pesca, contribuindo com a aplicação de processos "eco-friendly" para a melhoraria na qualidade de vida destas comunidades tradicionais. (AU)
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