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Buscando novas alternativas terapêuticas para a Leishmaniose

Processo: 23/01641-1
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2024 - 31 de dezembro de 2025
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Luiz Felipe Domingues Passero
Beneficiário:Luiz Felipe Domingues Passero
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IB-CLP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças transmissíveis  Fármacos  Imunidade  Leishmaniose  Produtos naturais 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Doenças Infecciosas | fármacos | Imunidade | Leishmaniose | Produtos Naturais | Anatomia patológica e patologia clínica

Resumo

De maneira geral, as doenças negligenciadas ocorrem em áreas isoladas existentes em países localizados entre as áreas tropicais e subtropicais do planeta, as quais possuem grande biodiversidade de vetores, microrganismos e reservatórios. Especialmente na América Latina algumas doenças infecciosas causadas por protozoários têm importante relevância epidemiológica, como é o caso das leishmanioses, que são causadas por protozoários pertencentes à família Tripanossomatidae e gênero Leishmania, que afetam milhares de pessoas e são importantes causas de morte. Embora uma série de avanços tenham sido feitos em relação à obtenção de dados sobre a relação entre Leishmania e seus hospedeiros, há hiatos que precisam ser preenchidos sobretudo em relação à quimioterapia, considerando que o diminuto número de fármacos empregados na terapia não são ideais, pois causam uma série de efeitos colaterais aos pacientes e não são 100% efetivos. Para diminuir o impacto da atual quimioterapia, nosso grupo de pesquisas vem caracterizando moléculas com ação leishmanicida na tentativa de demonstrar que a terapia das leishmanioses pode ser feita com compostos alternativos àqueles empregados convencionalmente. Assim, neste projeto objetiva-se dar continuidade ao projeto anterior, avaliando o 1) potencial leishmanicida de extratos produzidos com diferentes órgãos vegetativos de plantas medicinais (in vitro); 2) a atividade da associação de fármacos em Leishmania sp.; 3) a eficácia de compostos puros ou associados na leishmaniose cutânea experimental, utilizando a via tópica de tratamento; 4) a eficácia de nanoformulações para uso tópico contendo compostos sintéticos, fármacos reposicionados associados ou não. Em todos estes objetivos, a resposta imune através da dosagem de metabólitos tóxicos de nitrogênio e oxigênio, citocinas e alguns mediadores inflamatórios (por imunoistoquímica ou citometria de fluxo). Por fim, o desenvolvimento deste projeto de pesquisa gerará dados que permitirão o desenvolvimento de formas alternativas ao tratamento clássico das leishmanioses, o que de fato, poderá revolucionar a realidade de milhares de pacientes. (AU)

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