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Microplásticos e a Dinâmica de Contaminantes de Preocupação Emergente em sistemas aquáticos: sorção, bioacessibilidade, toxicidade e balanço de massa a partir de modelos ecossistêmicos

Processo: 23/10312-1
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2024 - 31 de janeiro de 2025
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Dayana Moscardi dos Santos
Beneficiário:Dayana Moscardi dos Santos
Instituição Sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Pedro Sergio Fadini ; Roberta Cerasi Urban
Assunto(s):Análise de risco  Ecotoxicologia  Química ambiental 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Análise De Risco | ecotoxicologia | Química Ambiental | xenoestrógenos | Química Ambiental e Ecotoxicologia

Resumo

Ambientes aquáticos estão continuamente susceptíveis à entrada de contaminantes emergentes provenientes de efluentes de estações de tratamento de esgoto e despejo "in natura". Dentre eles, pode-se mencionar os xenoestrógenos, contaminantes que mimetizam a ação de estrógenos naturais em organismos, alterando a saúde e equilíbrio dos ecossistemas. Da mesma forma, uma grande preocupação refere-se atualmente à ampla presença de microplásticos (MP) no ambiente, alterando a dinâmica de contaminantes orgânicos e atuando como fonte e sumidouro desses compostos nas matrizes abióticas e biota associada. O presente projeto visa o estudo do comportamento de estrógenos: estrona (E1), 17² estradiol (E2), estriol (E3) e 17± etinilestradiol (EE2); bisfenol A (BPA); e triclosan (TCS) no ambiente aquático, sua distribuição e transformação entre os compartimentos (água, material particulado em suspensão, sedimento e biota), assim como a sua bioacessibilidade e biodisponibilidade na presença e ausência de microplásticos. Para a determinação dos contaminantes nessas matrizes, serão otimizadas e validadas metodologias analíticas para determinação por LC-MS/MS. No estudo de seu comportamento no ambiente, serão realizados testes de sorção em sedimentos através do teste em batelada, assim como a análise de bioacessibilidade utilizando métodos químicos de predição. Por fim, na segunda etapa do projeto, serão realizados estudos de balanço de massa, utilizando-se de modelos ecossistêmicos (microcosmos), onde será possível predizer o destino e fracionamento no ambiente aquático e toxicidade, obtendo-se uma importante ferramenta para a análise de risco ambiental desses contaminantes emergentes. (AU)

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