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Frequência do alelo DMRT3 em burros e muares de marcha batida e picada no Brasil

Processo: 23/16576-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de fevereiro de 2024 - 31 de julho de 2024
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:José Paes de Oliveira Filho
Beneficiário:José Paes de Oliveira Filho
Instituição Sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Asininos  Equídeos  Técnicas de genotipagem  Muares  Variantes genéticas 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Asininos | Equideos | Genotipagem | muares | Variantes Genéticas | Clínica de Equideos

Resumo

No Brasil, a produção de muares com marcha confortável envolve principalmente a criação de muares de sela marchadores. Isto é conseguido pelo cruzamento de Jumentos Pêga de marcha com cavalos das raças Mangalarga Marchador e Campolina. O SNP DMRT3:g.22999655C>A está implicado na regulação dos fenótipos de marcha observados em várias raças de cavalos, incluindo os andamentos batida (CC) e picada (CA) encontrados nessas raças de cavalos. Nosso objetivo foi determinar se os genótipos influenciavam o tipo de marcha em 159 muares e 203 jumentos genotipados para o SNP DMRT3 usando análise PCR-RFLP. Cerca de 47% dos muares tinham genótipo CC, enquanto 53% tinham genótipo CA. Os jumentos tinham predominantemente o genótipo CC (97%) sem nenhum genótipo AA detectado. Os genótipos CC e CA foram distribuídos uniformemente entre muares com marcha batida ou picada. Nos jumentos, as frequências do genótipo CC foram consistentes, independentemente do tipo de marcha. Entretanto, o genótipo CA foi mais comum em jumentos de marcha picada em comparação aos de marcha batida. A prevalência de muares CA e a rara presença do alelo não-referência em jumentos estão de acordo com achados anteriores em cavalos Mangalarga Marchador e Campolina. Isto sugere que o alelo não referência provavelmente se originou das éguas envolvidas nos cruzamentos com os jumentos. Além disso, nossos resultados implicam que fatores além desta variante, como outros genes e polimorfismos, influenciam as características da marcha em equídeos. (AU)

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