| Processo: | 23/15095-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2026 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Roseli Maria Zechi Ceide |
| Beneficiário: | Roseli Maria Zechi Ceide |
| Instituição Sede: | Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Bauru |
| Pesquisadores associados: | Cristiano Tonello ; Maria Rita dos Santos e Passos Bueno ; Nancy Mizue Kokitsu Nakata ; SIULAN VENDRAMINI PAULOVICH PITTOLI |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 25/13345-3 - Investigação de variantes raras em tecido afetado de indivíduo com síndrome oculoauriculofrontonasal, AP.R |
| Assunto(s): | Sequenciamento completo do exoma Variantes genéticas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | displasia frontonasal | fissuras raras da face | microssomia craniofacial | Sequenciamento de exoma | síndrome oculoauriculofrontonasal | Variantes Genéticas | Genética clínica e genômica |
Resumo
A síndrome oculoauriculofrontonasal (OAFN) é uma condição extremamente rara, de casos esporádicos e causa ainda desconhecida. Clinicamente, é caracterizada pela sobreposição de duas condições já bem delineadas: a displasia frontonasal (DFN) e a microssomia craniofacial (MCF). Os principais achados clínicos incluem hipertelorismo ocular, dermoide epibulbar, nariz largo ou bífido, fissuras craniofaciais raras (principalmente as fissuras de Tessier número 0-14, 2-12 e 7), hipoplasia mandibular, anomalias de orelha e apêndices pré-auriculares, além do osso nasal ectópico, achado radiológico exclusivo que auxilia no diagnóstico clínico da síndrome OAFN. Até o momento, aproximadamente 100 casos foram descritos na literatura, no entanto, pouco se sabe sobre sua etiologia. Sequenciamento de nova geração realizado em um pequeno número de casos (5 indivíduos), não obteve êxito no esclarecimento da etiologia e, o resultado negativo para variantes patogênicas nesses casos, tem sugerido a existência de herança complexa, ou mesmo não tradicional, para a condição. Partindo do princípio de que o aumento do número de casos investigados pela tecnologia de sequenciamento de nova geração poderia identificar variantes raras relacionadas ao fenótipo, e que o HRAC-USP tem número expressivo de indivíduos com a síndrome OAFN (26 indivíduos) em acompanhamento, neste projeto, propõe-se realizar o sequenciamento completo de exoma e, quando possível, associar o sequenciamento de tecido afetado e o sequenciamento de RNA desses indivíduos para contribuir com o esclarecimento da etiologia da condição, bem como, com melhor compreensão do desenvolvimento craniofacial anormal, principalmente a ocorrência de fissuras craniofaciais raras e osso nasal ectópico. (AU)
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