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Expandindo Parhyale hawaiensis como modelo em ecotoxicologia: do laboratório para o campo

Processo: 23/10693-5
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2024 - 31 de março de 2026
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Biológica
Pesquisador responsável:Gisela de Aragão Umbuzeiro
Beneficiário:Gisela de Aragão Umbuzeiro
Instituição Sede: Faculdade de Tecnologia (FT). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Amanda dos Santos ; Marina Tenório Botelho ; Pedro Manuel Brôa Costa ; Vicente Gomes
Assunto(s):Ecotoxicologia 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:amphipod | Germ cells | hemolymph evaluation | immunotoxicity | marine monitoring | Ecotoxicologia

Resumo

Parhyale hawaiensis é um anfípode epibêntico que vive em águas rasas e/ou regiões entremarés e está distribuído globalmente em regiões tropicais. Esse anfípode já é modelo para estudos embriogênicos, genômicos, de regeneração e desenvolvimento evolutivo; e mais recentemente vem sendo utilizado em estudos ecotoxicológicos. Protocolos para testes de toxicidade aguda e crônica, genotoxicidade, biomarcadores moleculares precoces como expressão gênica, regeneração e determinação de concentrações internas de tóxicos para estudos de toxicocinética foram desenvolvidos. Acreditamos que ainda há espaço para expandir esse modelo em estudos de laboratório e de campo. Pretendemos desenvolver protocolos para estudar os efeitos genotóxicos de produtos químicos em células germinativas para contribuir como modelos alternativos na área de mutagênese. Propomos explorar P. hawaiensis considerando que já existem protocolos estabelecidos para avaliar genotoxicidade e mutagenicidade em células somáticas. Também planejamos desenvolver protocolos de estudos de imunotoxicidade para avaliar nanoplásticos medindo a mudança na proporção de tipos de hemócitos, considerando o conhecimento disponível sobre a caracterização dessas células. Embora P. hawaiensis ocorra na costa brasileira, seu tamanho no campo é muito pequeno para realização de estudos utilizando hemolinfa. Assim, estratégias de monitoramento in situ utilizando dispositivos com organismos cultivados em laboratório serão estudadas e construídas. Os dispositivos serão testados em áreas costeiras com diferentes níveis de poluição e contaminantes na hemolinfa serão avaliados. A ampla contribuição deste projeto fornecerá subsídios para estudos básicos e aplicados para expandir P. hawaiensis como modelo, contribuindo para o desenvolvimento da ecotoxicologia marinha em áreas tropicais. (AU)

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