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Detecção de estressores extra e intracelulares por células renais e imunes: novos insights sobre recepção e transdução de sinais e sua relevância para a compreensão de doenças renais

Processo: 23/07482-2
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de julho de 2024 - 30 de junho de 2029
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Niels Olsen Saraiva Câmara
Beneficiário:Niels Olsen Saraiva Câmara
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores principais:
Alessandra Pontillo ; Alvaro Pacheco e Silva Filho ; Maria Oliveira de Souza
Pesquisadores associados: Amaro Nunes Duarte Neto ; Bernardo Simoes Franklin ; Carlos Escande ; Leandro Machado Colli ; Michael F Romero ; Renato Costa Monteiro Filho ; Rildo Aparecido Volpini ; Sofia de Oliveira ; Sue Tsai ; Tárcio Teodoro Braga ; Tiago Albertini Balbino ; Vinicius de Andrade Oliveira
Assunto(s):Nefrologia  Metabolismo celular  Lesão renal aguda  Inflamação  Fibrose  Insuficiência renal crônica  Comunicação celular  Transdução de sinais 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:comunicação celular | doença renal crônica | Fibrose | Inflamação | lesão renal aguda | metabolismo celular | Nefrologia

Resumo

As doenças renais crônicas ainda são uma das principais causas de morte em todo o mundo. Assim, a necessidade de novas abordagens de tratamento é urgente. Aqui, pretendemos desvendar novos mecanismos de detecção de organelas nas células renais e imunes e como a percepção externa e interna do desequilíbrio está envolvida nas respostas que desencadeiam lesões, influenciam o reparo e promovem a fibrose do tecido renal. Nossa hipótese é que as organelas têm um papel central na detecção e transdução de sinais de diferentes fontes. Para isso, pretendemos usar abordagens in vivo (modelos de camundongos e zebrafish), in vitro (cultura de células, organoides), in silico (scRNAseq, ômicas) e ex-vivo (amostras humanas), empregando métodos experimentais comumente usados para avaliar função celular, bem como tecnologias de ponta (por exemplo, Organ-on-chip, sequenciamento de RNA de célula única - scRNAseq; transferência de energia de ressonância Forster-FRET; CRISPR-Cas9; a técnica de imagem recém-desenvolvida MINFLUX). Acreditamos que entender as novas funções atribuídas às organelas pode ser uma nova estratégia potencial para o tratamento de doenças renais. (AU)

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