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Adrenalectomia e perda seletiva de células granulares do giro denteado impacto sobre processos de memória espacial e memória operacional

Processo: 94/04249-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 1994 - 31 de janeiro de 1997
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Gilberto Fernando Xavier
Beneficiário:Gilberto Fernando Xavier
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Giro denteado  Memória espacial  Adrenalectomia  Memória operacional  Hipocampo 

Resumo

O presente projeto tem por objetivos avaliar (1) os efeitos da adrenalectomia sobre a perda seletiva das células granulares do giro denteado e das fibras musgosas, através de estudos estereológicos que permitirão verificar precisamente a extensão do dano celular em toda essa estrutura, (2) se existem correlações entre a extensão da perda celular e o desempenho comportamental dos animais em tarefas que envolvem aprendizagem e memória espacial e memória operacional, e (3) se a perda das células granulares do giro denteado após adrenalectomia (que resulta em morte celular apoptótica) induz às mesmas deficiências comportamentais que as descritas por Xavier e Oliveira-Filho (em preparação) no labirinto aquático de Morris e por Xavier, Lunardelli e Schewinsky (em preparação) no labirinto radial de 8 braços, em ambos os estudos após perda dessa mesma população de células, pela aplicação múltipla e tópica de colchicina (que resulta em morte celular necrótica). A demonstração de que as alterações comportamentais induzidas por adrenalectomia se equivalem àquelas induzidas pela aplicação múltipla e tópica de colchicina no giro denteado, constituiria forte demonstração do envolvimento dessa estrutura cerebral nos processos cognitivos necessários para o desempenho dessas tarefas comportamentais. Além disso, dada a natureza da morte celular induzida pela técnica de adrenalectomia, poder-se-á acompanhar experimentalmente a deterioração de funções cognitivas ao longo do processo de perda celular apoptótica. (AU)