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Efeito do treinamento físico após o implante de valva pulmonar em adolescentes e adultos com Tetralogia de Fallot operados

Processo:23/12680-8
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de julho de 2024
Data de Término da vigência: 30 de junho de 2026
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Luiz Fernando Canêo
Beneficiário:Luiz Fernando Canêo
Instituição Sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Pesquisadores associados:Aída Luiza Ribeiro Turquetto ; Fabio Biscegli Jatene ; Francis Ribeiro de Souza ; Luciana Patrick Amato ; Marcelo Biscegli Jatene ; Maria Janieire de Nazaré Nunes Alves ; Melissa Ganeko Ligeiro
Bolsa(s) vinculada(s):25/07682-7 - Acompanhamento dos exames relacionados a composição corporal dos pacientes., BP.TT
24/17333-7 - Recrutamento e agendamento dos pacientes e acompanhamento dos exames realizados no protocolo de pesquisa., BP.TT
Assunto(s):Cardiopatias congênitas  Procedimentos cirúrgicos cardiovasculares  Função ventricular  Insuficiência da valva pulmonar  Tetralogia de Fallot  Treinamento físico 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Cardiopatia Congênita | Cirurgia Cardiovascular | Função ventricular | insuficiência da valva pulmonar | Tetralogia De Fallot | treinamento físico | Cirurgia Cardiaca Pediatrica

Resumo

Pacientes adultos em pós-operatório tardio da Tetralogia de Fallot (TF) apresentam riscos de insuficiência pulmonar severa a médio e longo prazo. Muito embora a insuficiência da valva pulmonar seja tolerada, esses pacientes necessitam ser reoperados dentro de 30 anos para implante da valva pulmonar (IVP) por progressiva dilatação e disfunção do ventrículo direito, causando disfunção ventricular esquerda por dissincronia eletromecânica. Apesar de apresentarem melhora nos volumes e função ventriculares após o IVP, pouca melhora tem sido demonstrada na capacidade funcional desses pacientes, por outro lado, o treinamento físico parece ser eficaz para melhora deste parâmetro. Metodologia: Estudo clínico, prospectivo, longitudinal e controlado. Pacientes de ambos os gêneros, idade e 16 anos, em pós- operatório tardio da correção de TF com insuficiência pulmonar severa, internado para IVP. No período pré-operatório da internação hospitalar para realização do IVP, o paciente será convidado a participar do estudo. Fará parte da análise pré-operatória os dados provenientes da Ressonância Magnética Cardiovascular (RMC), Ecocardiograma (ECO) e Teste Cardiopulmonar (TCP), e para complementar os dados da pesquisa serão realizados: teste de caminhada de seis minutos (TC6min), avaliação do nível de4atividade física pelo inventário de atividade física IPAQ, qualidade de vida pelo questionário SF-36 (QV), Holter 24 horas, Bioimpedância e Handgrip. Após a alta hospitalar o paciente será reavaliado por meio de: ECO, TCP, Holter, TC6min, QV, Bioimpedância e Handgrip. O paciente será liberado para realização do protocolo de treinamento após avaliação do cardiologista responsável pelo estudo. Uma vez liberado o mesmo será selecionado para o grupo treinamento físico, onde passará por um período de 36 sessões de treinamento aeróbio supervisionado (3 meses) ou para o grupo controle não treinamento, onde o paciente passará o equivalente a 3 meses em seguimento clinico. Ambos os grupos após o período determinado passarão pela reavaliação dos exames: RMC, ECO, TCP, Holter, TC6min, Bioimpedância, Handgrip e QV (AU)

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