| Processo: | 24/15505-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia |
| Pesquisador responsável: | Bruno Celso Feltrin Genevcius |
| Beneficiário: | Bruno Celso Feltrin Genevcius |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Evolução Filogenia Genética Filogenia molecular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Evolução | Filogenômica | genética | Sistemática Molecular | Sistemática molecular e filogenômica |
Resumo
Percevejos maria-fedida são modelos inestimáveis para investigações macroevolutivas devido à sua impressionante diversidade ecológica e morfológica. No entanto, esses estudos têm sido limitados pela ausência de uma hipótese filogenética sólida. Estudos morfológicos e moleculares baseados em dados de Sanger não encontraram consenso sobre a posição dos Pentatomidae, e as relações profundas dentro da família são pouco resolvidas. Essas incertezas colocam a sistemática dos percevejos no reino metafórico da Caixa de Pandora. Aqui, realizo o primeiro estudo filogenômico focado em pentatomídeos. Usando dados públicos, meu objetivo foi testar o poder dos dados em escala genômica para resolver as relações filogenéticas dentro da família e abordar a posição controversa da família dentro de Pentatomoidea. Com base em um conjunto de dados de 40 táxons e mais de 1900 proteínas, meus resultados indicam Pentatomidae como o grupo-irmão de todas as demais famílias de Pentatomoidea, com uma incerteza sobre a inclusão de Plataspididae nesse clado. Dentro de Pentatomidae, minhas análises confirmam algumas descobertas anteriores, como a monofilia de Asopinae e a relação entre Nezarini e Antestiini. Por outro lado, a maioria das relações profundas dentro da família foram surpreendentemente diferentes de trabalhos anteriores, como, por exemplo, os Podopinae como grupo-irmão dos Carpocorini Paleárticos. Minhas análises confirmam que uso de grandes quantidades de dados moleculares aos estudos filogenéticos pode resultar árvores filogenéticas melhor suportadas para os percevejos e grupos relacionados. Uma classificação baseada em filogenias sólida e estável só será alcançada com o aumento do uso de dados "ômicos". (AU)
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