| Processo: | 23/11267-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2028 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - Ciência Política - Comportamento Político |
| Pesquisador responsável: | Paolo Ricci |
| Beneficiário: | Paolo Ricci |
| Instituição Sede: | Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Bruno Wilhelm Speck ; Gabriela da Silva Tarouco ; Jaqueline Porto Zulini ; Laura Cucchi ; Luis Rosenfield ; Oriol Luján |
| Assunto(s): | Democratização Justiça eleitoral Partidos políticos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Administração das eleições | democratização | Governança Eleitoral | Justiça Eleitoral | Partidos Políticos | partidos; eleições; governança eleitoral |
Resumo
O objetivo deste projeto é contribuir para o estudo da primeira onda de democratização. Partindo da constatação de que grande parte dos estudiosos da democracia tem privilegiado uma reflexão em torno da expansão dos direitos políticos e da competição política, este projeto investiga uma questão teórica e empiricamente pouco explorada: a da governança eleitoral, visando "eleições limpas". Por "eleições limpas" entendemos o conjunto de medidas introduzidas para eliminar a fraude eleitoral, aqui definida como o controle e monopólio exercido pelos partidos/candidatos sobre a administração das eleições. O projeto se desenvolve em torno de dois eixos de pesquisa. O primeiro deles é inédito e foca o Brasil. Explorando a primeira fase de atuação da Justiça Eleitoral (1932-1937) se objetiva responder à seguinte pergunta: a Justiça Eleitoral brasileira, criada em 1932, foi eficaz para garantir "eleições limpas", nos anos 1930? Um segundo eixo do projeto, de cunho comparativo e exploratório, tem como finalidade aprofundar outra pergunta: por que na América Latina, diferentemente do caso europeu, os políticos renunciam ao controle da administração das eleições, delegando poderes para órgãos eleitorais e/ou instituições judiciais independentes? A pesquisa será conduzida com base em fontes inéditas e pouco consultadas pelos estudiosos - como atas dos tribunais eleitorais, contestações eleitorais, votações durante o processo de verificação dos poderes nas Câmaras baixas. A comparação entre América Latina e Europa não apenas é importante para indagar escolhas institucionais diferentes, mas é crucial para chegar a uma compreensão dos processos de democratização dando ênfase à questão das "eleições limpas". (AU)
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