| Processo: | 24/09025-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2027 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Botânica Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Antonio Salatino |
| Beneficiário: | Antonio Salatino |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Kelly Ishida ; Marcelo José Pena Ferreira ; Maria Luiza Faria Salatino |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 25/03096-6 - EMU concedido no processo 2024/09025-0: cromatógrafo flash Biotage Isolera Spektra One, AP.EMU |
| Assunto(s): | Plantas medicinais Candida Staphylococcus Apis mellifera |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Alecrim-Do-Campo | Apis mellifera | Candida | Jurema-preta | Psesudomonas | Staphylococcus | Plantas medicinais |
Resumo
Própolis é um material resinoso, produzido por abelhas com resinas coletadas de plantas, que são adicionadas à cera abdominal e secreções salivares. A própolis vem sendo utilizada medicinalmente há milênios. Pesquisas realizadas a partir da segunda metade do século passado têm revelado atividades biológicas da própolis e de seus componentes isolados. Entre as propriedades mais investigadas, destaca-se a atividade antimicrobiana, incluindo ação antiviral, antibacteriana e antifúngica. Pouco se tem feito a respeito de atividade da própolis sobre leveduras do gênero Candida. Resultados promissores têm revelado efeito inibidor da própolis sobre o crescimento de espécies responsáveis por candidíase e candidemia. Com a crescente emergência de cepas microbianas resistentes aos tratamentos com antibióticos convencionais, tem crescido o interesse por alternativas derivadas de produtos naturais. No presente projeto, propõe-se a detecção de atividades antibacteriana e anti-candida de extratos alcoólicos de diversos tipos de própolis brasileiras (verde, de alecrim-do-campo; verde de jurema-preta; vermelha, do litoral nordestino) e de amostras de própolis uruguaia. Os extratos que revelarem atividade anti-candida, serão fracionados por cromatografia em coluna. Tem-se demonstrado que a atuação da própolis se deve a efeitos sinérgicos de seus componentes. A expectativa no desenvolvimento do projeto é que frações de componentes da própolis serão mais ativas que o extrato bruto ou que seus componentes isolados. Ensaios de atividade anti-candida serão feitos com frações e subfrações que forem obtidas. As atividades anti-candida serão analisadas em ensaios in vitro sobre células planctônicas e de biofilme de Candida spp., em sinergia com fármacos correntemente usados contra Candida. Pretende-se avançar nas avaliações de atividade anti-candida em modelo experimental in vivo. As frações promissoras serão utilizadas também para avaliação contra Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa. Os componentes das frações ativas serão caracterizados por cromatografia líquida acoplada à espectrometria de massas, ou por ressonância magnética nuclear de componentes isolados. (AU)
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