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Infecção bacteriana, genética e imunidade em túbulos renais de Drosophila: relevância para a cristalização urinária

Processo:24/14485-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Jovens Pesquisadores
Data de Início da vigência: 01 de outubro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de setembro de 2030
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Orestes Foresto Neto
Beneficiário:Orestes Foresto Neto
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Pesquisadores associados:Alvaro Pacheco e Silva Filho ; Guilherme Oliveira Barbosa ; Ita Pfeferman Heilberg ; Michael F Romero ; Niels Olsen Saraiva Câmara ; Rosa Maria Affonso Moysés ; Tânia Aparecida Tardelli Gomes do Amaral
Bolsa(s) vinculada(s):25/21667-0 - Infecção bacteriana, genética e imunidade em túbulos renais de Drosophila: relevância para a cristalização urinária, BP.JP
Assunto(s):Nefropatias  Drosophila  Genética  Imunidade  Litíase  Nefrologia 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:doença renal | Drosophila | genética | Imunidade | Infecção urinária | Litíase | Nefrologia

Resumo

O túbulo de Malpighi (TM) da maioria dos insetos é composto de células principais [o tipo de célula mais abundante, que transporta íons da hemolinfa para o lúmen tubular] e células estreladas [responsáveis pelo movimento de Cl- e água]. O TM é funcionalmente homólogo aos rins de mamíferos e várias similaridades permitem que a mosca Drosophila sirva como um modelo dinâmico in vivo para estudar cenários translacionais. O TM da Drosophila pode formar cristais de oxalato de cálcio, fosfato de cálcio, xantina e urato mediante suplementação alimentar ou por manipulação genética. Em um estudo piloto, observamos que o TM pode ser infectado por bactéria E. coli uropatogênica (UPEC), o que nos traz a possibilidade de estudar tanto a infecção do trato urinário (ITU) quanto a cristalização em Drosophila. A presença de UPEC contribui para a formação de cálculos urinários em mamíferos. No entanto, os mecanismos envolvidos neste processo não são totalmente conhecidos. Neste projeto, pretendemos usar modelos de cristalização em TM de Drosophila para entender melhor o papel da ITU na formação de cálculos. Nossa hipótese é que a ITU aumenta a formação de cristais no lúmen do TM, enquanto a presença de cristais favorece a proliferação bacteriana. Buscamos avaliar se mecanismos de defesa microbiana (por exemplo, formação de biofilme), resposta imune/inflamatória exacerbada e fatores genéticos participam desses processos. (AU)

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