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Relações Peso-Comprimento de Dezesseis Espécies de Peixes da Bacia do Alto Tietê, Sudeste do Brasil

Processo:25/18372-9
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Data de Início da vigência: 01 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de abril de 2026
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Welber Senteio Smith
Beneficiário:Welber Senteio Smith
Instituição Sede: Vice-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade Paulista (UNIP). São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Assunto(s):Ictiologia 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Body condition | ichthyofauna | morphometries | Ictiologia

Resumo

Este estudo investigou a relação comprimento-peso (LWR) de 16 espécies de peixes da Bacia do Alto Tietê sob influência do bioma Mata Atlântica, visando fornecer dados morfométricos atualizados e contribuir para o conhecimento da ictiofauna neotropical. 2.811 espécimes foram coletados e distribuídos em cinco ordens e 10 famílias. O comprimento padrão variou de 0,8 a 24,5 cm e o peso de 0,01 a 34,19 g. Os parâmetros a e b da equação W = a·L¿ foram estimados, revelando que a maioria das espécies apresentou crescimento alométrico, com uma espécie isométrica (Astyanax lacustris), sete com alometria negativa e oito com alometria positiva. Os valores de b variaram de 2,579 (Imparfinis piperatus) a 3,651 (Phalloceros reisi), sendo este último o único fora da faixa típica de 2,5 < b < 3,5. A análise bayesiana proposta por Froese indicou desvios morfológicos para Hyphessobrycon multifasciatus (¿ fora da faixa esperada) e uma falta de classificação específica para Cambeva iheringi, Geophagus iporangensis e Osteogaster aenea. Uma aparente escassez de estudos geograficamente delimitados na bacia foi evidente, dificultando comparações mais amplas. Apenas Phalloceros reisi apresentou dados compatíveis, com valores médios de comprimento padrão semelhantes aos relatados na literatura. Também digno de nota é Pseudotocinclus tietensis, uma espécie ameaçada que exibiu alometria positiva (b = 3,2595), sugerindo condições ambientais favoráveis ¿¿para seu crescimento na bacia estudada. Os resultados ressaltam a importância de estudos morfométricos regionais como ferramentas para o monitoramento e conservação da ictiofauna, especialmente para espécies cujas características morfométricas ainda não haviam sido documentadas para a Bacia do Alto Tietê. (AU)

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