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A experiência do parto no Brasil

Processo:24/22656-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de outubro de 2027
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Pesquisador responsável:Carmen Simone Grilo Diniz
Beneficiário:Carmen Simone Grilo Diniz
Instituição Sede: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Pesquisadores associados:Cristiane da Silva Cabral ; DAPHNE RATTNER ; Sonia Lansky
Assunto(s):Gênero  Interseccionalidade  Parto  Saúde da mulher 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Experiência dos pacientes | Gênero | interseccionalidade | parto | Saúde pública baseada em evidências | Websurvey | Saúde Da Mulher

Resumo

Introdução: Os indicadores de saúde materna tiveram uma grande melhora no Brasil, e o parto com profissional treinado é praticamente universal. Entretanto, alguns paradoxos permanecem, como o excesso de intervenções na assistência ao parto vaginal, frequentemente desnecessárias, que prejudicam a experiência do parto e aumentam o risco de complicações, contribuindo para altas taxas de cesárea. Reconhecendo o problema, a melhoria da "experiência do parto" é um objeto emergente de pesquisa e ação, com a criação de protocolos e guias por instituições como a Organização Mundial da Saúde (OMS). Objetivo: Descrever e analisar a experiência de parto no Brasil, nos setores público e privado, do ponto de vista das mulheres, comparando com as atuais recomendações da OMS. Métodos: Esta pesquisa é orientada pelas perspectivas da justiça reprodutiva e da interseccionalidade, e usará métodos mistos. A abordagem quantitativa consistirá em um websurvey com cobertura nacional sobre experiências positivas e negativas do parto no Brasil, baseado no Consórcio Internacional The Birth Experience Study (IC.BESt), usando o software Qualtrics. Grupos organizados de usuárias contribuirão para a adaptação transcultural de escalas sobre autonomia, respeito e abusos, e na criação e análise colaborativas dos resultados brasileiros. A etapa qualitativa analisará as áudio-narrativas, explorando temas próprios do Brasil, como diferenças nos setores público e privado, e a experiência de grupos específicos: mulheres pretas, pardas e indígenas; acima do peso, com complicações clínicas; e homens trans. As 2 etapas permitirão a comparação com países do IC-BESt (14 países em 5 continentes). (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
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