| Processo: | 25/12434-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2026 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2029 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Carlos Cesar Crestani |
| Beneficiário: | Carlos Cesar Crestani |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Pesquisadores associados: | Cristiane Busnardo Santiago ; James Paul Herman ; Susan Kathleen Wood |
| Assunto(s): | Dor Estresse psicológico Função cardiovascular Ocitocina Neurofarmacologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atividade autônoma | Contágio Emocional | Dor | Estresse emocional | função cardiovascular | ocitocina | Neurofarmacologia |
Resumo
Assim como os humanos, os roedores são animais altamente sociais cujos comportamentos e fisiologia podem ser influenciados pelo estado emocional de seus coespecíficos. Acredita-se que tais respostas sejam essenciais e adaptativas para a sobrevivência do grupo; sendo que a observação de um animal sob estresse pode indicar uma ameaça, de modo que outros roedores podem se beneficiar ao perceber e responder adequadamente. Essas alterações também podem estar relacionadas com o evento denominado compartilhamento de experiência, no qual é considerado a forma mais primitiva do fenômeno empático. No entanto, o convívio prolongado ou repetido com parceiro em sofrimento pode induzir disfunções comportamentais e fisiológicas como resultado do estresse. Nesse sentido, é bem descrito que estressores emocionais crônicos promovem diversas disfunções e doenças, incluindo doenças cardiovasculares e neuropsiquiátricas como ansiedade e depressão. Entretanto, não é completamente compreendido como o convívio com coespecífico em sofrimento afeta a atividade autônoma e a função cardiovascular. Adicionalmente, a possível influência do sexo nas disfunções relacionadas ao convívio com coespecífico em estresse também foi pouco explorada. Com relação aos potenciais mecanismos envolvidos, evidências indicaram que a sinalização ocitocinérgica pode ser um importante mecanismo neurobiológico envolvido na adaptação e resiliência a estímulos aversivos ao, por exemplo, inibir o comportamento defensivo e desempenhar um papel essencial na homeostase cardiovascular através de um complexo conjunto de ações centrais e periféricas. No entanto, o potencial envolvimento de mecanismos ocitocinérgicos nas respostas fisiológicas e comportamentais em roedores que tenham convivido com coespecífico submetido a um modelo de dor crônica ainda são pouco compreendidos. Portanto, o objetivo do presente estudo é caracterizar as alterações cardiovasculares e autônomas em ratos e ratas promovidos pelo convívio com coespecífico submetido a um modelo de dor crônica, e avaliar como essas alterações se correlacionam com as respostas nociceptivas e comportamentais do tipo ansiogênica. Além disso, por meio de manipulações quimiogenética e neurofarmacológica esse estudo também visa investigar o envolvimento de mecanismos ocitocinérgicos encefálicos nessas respostas. (AU)
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