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Avaliação quantitativa neuromuscular da fadiga e sua repercussão no desempenho cirúrgico simulado na cirurgia minimamente invasiva

Processo:24/10013-7
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Jovens Pesquisadores
Data de Início da vigência: 01 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de outubro de 2028
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Marina Roizenblatt
Beneficiário:Marina Roizenblatt
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Pesquisadores associados:Arturo Forner Cordero ; Everson Luiz de Almeida Artifon ; Mauricio Maia ; Michel Eid Farah ; Rafael Traldi Moura ; Rubens Belfort Mattos Junior
Assunto(s):Cirurgia geral  Cirurgia vitreorretiniana  Retina  Eletroencefalografia  Eletromiografia  Fadiga 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:cirurgia geral | Cirurgia Vitreorretiniana | eletroencefalograma | eletromiografia | fadiga | simulação cirúrgica | Retina Cirúrgica e Cirurgia Geral

Resumo

A cirurgia minimamente invasiva contempla especialidades médicas que demandam extrema precisão, de modo que erros microscópicos intraoperatórios podem ocasionar consequências anatômicas e funcionais desastrosas e irreversíveis aos pacientes. Soma-se o fato de que o nível de experiência desempenha um papel importante nos resultados cirúrgicos e esse fenômeno torna-se ainda mais evidente no período de treinamento. Além da baixa experiência cirúrgica, a literatura também cita a fadiga muscular e cognitiva como outra condição potencialmente associadas à piora da destreza manual. No que se refere à fadiga, o estudo da eletroencefalografia (EEG) representa um método não invasivo capaz de avaliar a fadiga mental e a sonolência. Tal exame tem sido utilizado em diversas áreas do conhecimento para estudo do desempenho em tarefas manuais tidas como desafiadoras, tanto no aspecto físico, quanto cognitivo. Já a eletromiografia (EMG) é um exame capaz de quantificar uma diminuição na capacidade de geração de força motora. Neste contexto, a literatura atual carece de avaliações objetivas da influência da fadiga no resultado cirúrgico no campo da cirurgia minimamente invasiva. O presente estudo visa estabelecer um ponto de corte temporal para o momento intraoperatório em que há o aparecimento de achados de EEG, EMG e do desempenho cirúrgico simulado, obtidos pelo simulador oftalmológico Eyesi e o simulador robótico de cirurgia geral Robotix Mentor, compatíveis com a piora da precisão cirúrgica devido à fadiga em uma população de cirurgiões em treinamento. Além disso, busca-se quantificar o efeito da ingestão de cafeína mascarada e ajustada pelo peso corporal após uma longa jornada de cirurgias simuladas. Tais achados tem o potencial de guiar os cirurgiões novatos no planejamento do número máximo de horas que podem permanecer operando sem comprometer o resultado cirúrgico de seus pacientes. (AU)

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