Resumo
O Oceano Atlântico Sul representa um laboratório natural único para compreender mudanças paleogeográficas e paleoambientais durante o Cretáceo-Paleogeno. Este projeto tem como objetivo produzir reconstruções de alta resolução das fases evolutivas do Atlântico Sul, utilizando metodologias de ponta, como magnetismo de rochas, indicadores de paleoredox e paleossalinidade, além de análises isotópicas. A investigação integrará registros marinhos e terrestres, com foco em transições estratigráficas e eventos evaporíticos. Um novo laboratório de magnetismo de rochas será estabelecido na Universidade de São Paulo para desenvolver e padronizar abordagens inovadoras para reconstruções paleoambientais. Por meio de colaborações com especialistas internacionais, o estudo posicionará o Atlântico Sul como um modelo global de conectividade oceânica, contribuindo para discussões mais amplas sobre mudanças climáticas, ecossistemas marinhos e exploração de recursos. (AU)
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