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Estrutura genética em populações de Dipteryx spp. para conservação, manejo florestal e aplicação de tecnologias para produção de serviços sustentáveis

Processo:25/01752-3
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular
Data de Início da vigência: 01 de dezembro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de novembro de 2028
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Silvicultura
Pesquisador responsável:Miguel Luiz Menezes Freitas
Beneficiário:Miguel Luiz Menezes Freitas
Instituição Sede: Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA). São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Pesquisadores associados:Ananda Virginia de Aguiar ; Bruno César Rossini ; Darlin Ulises Gonzalez Zaruma ; Diego Gabriel Torres Dini ; Eduardo Luiz Longui ; Emerson Alves da Silva ; Glauco de Souza Rolim ; Graciela da Rocha Sobierajski ; ISRAEL LUIZ DE LIMA ; Jose Arimatéia Rabelo Machado ; Maria de Lourdes Teixeira de Moraes Polizeli ; Maria Margarida Branco de Brito Tavares Tomé ; Maria Teresa Gomes Lopes ; Maria Teresa Vilela Nogueira Abdo ; Mario Luiz Teixeira de Moraes ; Ulfah Juniarti Siregar
Assunto(s):Conservação ex situ  Genética quantitativa  Sementes 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:anatomia e qualidade da madeira | bioeconomia florestal | castanha do baru | Conservação ex situ | Genética quantitativa | sementes florestais | melhoramento genético florestal

Resumo

Dipteryx alata (baru) é conhecida principalmente por suas sementes (amêndoas), as quais são consumidas por populações locais, de forma extrativista e comercializadas nos mercados nacional e internacional. Atualmente a espécie encontra-se ameaçada devido à degradação do Cerrado. Dessa forma, o Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) e a Universidade Estadual Paulista (UNESP) formaram bancos ativos de germoplasma (BAGs), desde a década de 80, com inúmeros acessos procedentes de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais. Outra espécie relevante deste gênero é a D. odorata (cumaru), que ocorre na Amazônia e se destaca pela qualidade de sua madeira. Assim, o objetivo geral deste projeto é avaliar e ampliar, por meio de testes de procedências e progênies, a variabilidade genética destas duas espécies nos BAGs do IPA e da UNESP, por diferentes metodologias, considerando o volume e a qualidade da madeira (modulo de elasticidade) como também a produção de sementes (amêndoas) com qualidade genética, a partir da transformação dos testes de procedências e progênies, já instalados, em pomares de sementes por mudas, os quais permitirão a recombinação entre indivíduos superiores, que terão sua performance ecofisiológica avaliadas, por meio da análise das relações hídricas, de trocas gasosas, da bioenergia, a produtividade e qualidade de castanhas, e a quantificação de biomassa, Assim, pretende-se contribuir para o uso múltiplo e sustentável dessas espécies de forma a conservar seus recursos genéticos frente às mudanças climáticas, proporcionar alternativas a segurança alimentar e usar de forma consciente a biodiversidade existente nos biomas do Cerrado e da Amazônia. (AU)

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