| Processo: | 25/03150-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Projeto Inicial |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2029 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Graccielle Rodrigues da Cunha Asevedo |
| Beneficiário: | Graccielle Rodrigues da Cunha Asevedo |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Ana Carina Tamanaha ; Ana Riva Baggio Saitovitch ; Cristiane Silvestre de Paula ; Daniela Bordini ; Jacy Perissinoto ; João Ricardo Sato ; Leila Felippe Bagaiolo ; Monica Zilbovicius ; Natalia Freitas Rossi |
| Assunto(s): | Adultos Diagnóstico Habilidades sociais Intervenção Transtorno do espectro autista |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adultos | diagnóstico | habilidades sociais | intervenção | Rastreamento ocular | Transtorno do Espectro Autista | Transtorno do Neurodesenvolvimento |
Resumo
O presente projeto tem como objetivo aprimorar o diagnóstico e a intervenção em adultos com transtorno do espectro autista (TEA), uma população frequentemente negligenciada nas pesquisas. A avaliação do autismo na fase adulta enfrenta desafios como a falta de biomarcadores confiáveis, dificuldades na coleta de dados retrospectivos e estratégias de camuflagem dos sintomas. A literatura destaca que o rastreamento ocular pode ser uma ferramenta promissora para mensurar o engajamento visual social e facilitar o diagnóstico de TEA nessa população. Este estudo se propõe a validar o uso de medidas de rastreamento ocular como uma ferramenta auxiliar no diagnóstico e a avaliar a eficácia de uma intervenção em habilidades sociais para adultos autistas sem deficiência intelectual. O projeto será dividido em dois estudos principais. O primeiro investigará padrões de rastreamento ocular em 300 adultos com suspeita de TEA, recrutados no serviço TEAMM-UNIFESP. Os participantes serão avaliados com testes clínicos e neuropsicológicos, incluindo o rastreamento ocular. O segundo estudo será um ensaio quase-experimental com 90 adultos autistas diagnosticados no Estudo 1, divididos aleatoriamente entre um grupo de intervenção em habilidades sociais e um grupo controle ativo. A intervenção terá duração de 12 semanas e será avaliada por meio de escalas psicométricas e medidas de rastreamento ocular. Os resultados esperados incluem o aprimoramento da avaliação diagnóstica para TEA em adultos e a validação de um protocolo de habilidade social, fornecendo evidências científicas para melhorar o acesso ao diagnóstico e suporte para essa população. (AU)
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