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RESPIRO: restaurando a pirodiversidade do Cerrado

Processo:25/01710-9
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Jovens Pesquisadores
Data de Início da vigência: 01 de dezembro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de novembro de 2030
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Antropologia
Pesquisador responsável:Guilherme Moura Fagundes
Beneficiário:Guilherme Moura Fagundes
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Pesquisadores associados: Ana Carolina Sena Barradas ; André Secchieri Bailão ; Antonia Vilas Boas Cardoso de Oliveira ; Bibiana Alejandra Bilbao ; Carlos Emanuel Sautchuk ; Emanuel Renato Sousa de Oliveira ; Immaculada Oliveras Menor ; Jennifer Watling ; Laure Emperaire ; Leonardo Vilaça Dupin ; Ludovic Coupaye ; Malcom Djama Ferdinand ; Paulo Takeo Sano ; Perig Pitrou ; Rebeca Verônica Ribeiro Viana ; Shira Yoshimi Maezumi ; Stelio Alessandro Marras ; Vânia Regina Pivello
Bolsa(s) vinculada(s):26/02967-6 - Revisão bibliográfica e elaboração do calendário da pirodiversidade agroextrativista do Jalapão (TO)., BP.IC
Assunto(s):Áreas de conservação  Cerrado  Manejo  Fogo  Queimada 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:cerrado | Manejo do Fogo | pirodiversidade | Povos e comunidades tradicionais | Sistemas agroextrativistas | Unidades de Conservação | Antropologia Ambiental

Resumo

Elaborado no âmbito do Programa BIOTA Descoberta, o projeto RESPIRO objetiva preencher as lacunas no entendimento sobre o papel dos povos e comunidades tradicionais para a promoção da pirodiversidade antropogênica do Cerrado, visando contribuir para a restauração de regimes de fogo sustentáveis para o bioma. Nosso foco se direciona a três patrimônios da pirodiversidade cerratense: o capim-dourado do Jalapão (TO), as flores sempre-vivas da Serra do Espinhaço (MG) e o queijo tradicional da Serra da Canastra (MG). O projeto se alinha à antropologia ecocibernética de Gregory Bateson para testar a hipótese de que a pirodiversidade opera por dinâmicas antropogênicas, porém nem sempre intencionais, lineares ou autônomas. Para testá-la, a metodologia do projeto é multimodal, fundamentada em análise sincrônica e diacrônica das cadeias operatórias da pirodiversidade. Articulamos etnografia das queimas agroextrativistas e das queimas prescritas com dados paleoecológicos e arqueológicos, tratamento de séries históricas de imagens de satélite e estratégias de coprodução de conhecimento, por meio de ferramentas audiovisuais. Além de consolidar uma abordagem sistêmica para o entendimento dos mecanismos que promovem a pirodiversidade do Cerrado, superando as fronteiras naturalistas e culturalistas do conhecimento sobre os regimes de fogo, o principal resultado esperado pelo projeto é a publicação do PiroAtlas, uma plataforma digital, hipermídia, bilíngue e georreferenciada dos patrimônios da pirodiversidade on farm no Brasil. Alinhado com a modalidade Jovem Pesquisador FAPESP, o projeto RESPIRO também deverá instituir a área de Antropologia Ambiental e o laboratório CHAMA no Departamento de Antropologia da USP, alimentando redes internacionais e incidindo em recomendações para políticas socioambientais. (AU)

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