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PET-CT no diagnóstico de endocardite infecciosa no SUS: acurácia, reclassificação diagnóstica e análise de custo-efetividade

Processo:25/10142-4
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de fevereiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de janeiro de 2028
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Antônio Pazin Filho
Beneficiário:Antônio Pazin Filho
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:Ribeirão Preto
Pesquisadores associados:Altacílio Aparecido Nunes ; André Schmidt ; Lauro Wichert Ana ; Minna Moreira Dias Romano
Assunto(s):Acurácia  Sistema Único de Saúde  Tomografia por emissão de pósitrons  Cardiologia 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Acurácia | Avaliação Econômica em Saúde | Doppler ecocardiografia | Endocardite Infecciosa | Sistema Único de Saúde | tomografia por emissão de pósitrons | Cardiologia

Resumo

A endocardite infecciosa (EI) é uma condição grave, associada a elevada morbimortalidade, cujo diagnóstico permanece desafiador, especialmente em pacientes com válvulas protéticas, válvulas nativas ou dispositivos intracardíacos, quando os métodos convencionais, como ecocardiografia e critérios clínicos, são inconclusivos. A Tomografia por Emissão de Pósitrons associada à Tomografia Computadorizada (PET-CT) com 18F-FDG tem se consolidado, nas diretrizes internacionais, como uma ferramenta complementar na avaliação diagnóstica desses casos, oferecendo maior sensibilidade na detecção de infecção ativa. Entretanto, no Brasil, particularmente no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), essa tecnologia ainda não está incorporada para essa indicação, e há escassez de dados nacionais que validem sua aplicabilidade. Este projeto propõe um estudo prospectivo com 286 pacientes do SUS, com suspeita de endocardite e exames convencionais inconclusivos, para avaliar a acurácia diagnóstica do PET-CT, seu impacto na reclassificação dos casos e sua associação com desfechos clínicos. Além disso, será realizada uma análise de custo-efetividade, visando subsidiar decisões futuras de incorporação da tecnologia no SUS. Espera-se que os resultados contribuam de forma significativa para preencher lacunas de evidência no cenário nacional e fortalecer a base científica para recomendações pela CONITEC e adoção em protocolos assistenciais. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
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