| Processo: | 25/03165-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2026 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2029 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Fonoaudiologia |
| Pesquisador responsável: | Natalia Freitas Rossi |
| Beneficiário: | Natalia Freitas Rossi |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Adriana da Conceição Soares Sampaio ; Ana Carina Tamanaha ; BEATRIZ LOPES PORTO VERZOLLA ; Daniela Bordini ; Deisy das Graças de Souza ; Graccielle Rodrigues da Cunha Asevedo ; Jacy Perissinoto ; João Ricardo Sato ; Leila Felippe Bagaiolo |
| Assunto(s): | Diagnóstico Intervenção Linguagem oral Narrativa Transtorno do espectro autista Linguagem |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | diagnóstico | intervenção | Linguagem oral | Narrativa | Rastreamento ocular | Transtorno do Espectro Autista | Linguagem |
Resumo
Crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) frequentemente apresentam dificuldades no desenvolvimento da linguagem narrativa, mesmo sem apresentarem alterações estruturais da linguagem. O uso de recursos visuais para intervenção, incluindo a narrativa, é frequentemente recomendado como parte das práticas baseada em evidência com TEA. No entanto, estudos com rastreamento ocular apontam para dificuldades que impactam na percepção e integração semântica-contextual dos elementos que compõem cenas complexas (livros-imagens). O objetivo desse estudo é investigar habilidades e dificuldades que crianças e adolescentes com TEA podem apresentar no processo de produção de narrativas orais, considerando parte deste processo o modo como percebem e organizam os elementos visuais nas imagens, com vistas as suas possíveis implicações sobre os desfechos de intervenção de narrativa oral de história. Para isso foram propostos dois estudos/objetivos: identificar biomarcadores oculares e linguísticos a partir da narrativa de história crianças e adolescentes com TEA (estudo 1) e investigar a associação do desfecho de intervenção de linguagem narrativa com o padrão de rastreamento ocular de crianças e adolescentes com TEA (estudo 2). Participarão 120 crianças e adolescentes com diagnóstico de TEA, sem deficiência intelectual, não sindrômico, idade entre 6 e 15 anos, ambos os sexos, comparados a amostra com trajetória neurodesenvolvimental típica (estudo 1). No segundo estudo, participarão 40 crianças e adolescentes com TEA (do estudo 1). Um conjunto de instrumentos será utilizado para a caracterização da amostra. O rastreamento ocular será realizado no momento que o participante narrar oralmente um livro-imagem. Serão mensurados fixações e sacadas oculares, nível de complexidade e coerência da história e propriedades linguísticas pelo método de gráficos em rede (estudo 1). A intervenção narrativa será realizada com programa (estudo anterior) que utiliza modelo estruturado, com apoio de imagens em sequência e ensino explícito dos elementos típicos do esquema de história. Os resultados alcançados serão discutidos a luz da aplicabilidade e implicações para diagnóstico e intervenção e será construída uma base de dados para uso futuro para modelos de aprendizado de máquina (Machine Learning) e aprendizado profundo (Deep Learning). (AU)
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