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Autoritarismo e Democracia

Processo:25/26634-3
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Temático
Data de Início da vigência: 01 de março de 2026
Data de Término da vigência: 28 de fevereiro de 2031
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia - Outras Sociologias Específicas
Pesquisador responsável:Marcos César Alvarez
Beneficiário:Marcos César Alvarez
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Pesquisadores associados:Bruna Gisi Martins de Almeida ; Debora Piccirillo Barbosa da Veiga ; Felipe Ramos Garcia ; Fernando Afonso Salla ; Frederico Castelo Branco Teixeira ; Giane Silvestre ; Gustavo Lucas Higa ; Lucas e Silva Batista Pilau ; Maiara Corrêa ; Natasha Bachini Pereira ; Renato Antonio Alves ; Roberta Heleno Novello ; Thiago Filippo Silva Jorge ; Veridiana Domingos Cordeiro ; Viviane de Oliveira Cubas
Assunto(s):Autoritarismo  Representações sociais  Sociologia da violência e da criminalidade 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Autoritarismo | Polícias | Políticas Penais | representações sociais | Riscos a Democracia | Tecnologias de vigilância | Sociologia da Violência

Resumo

A proposta do INCT Autoritarismo e Democracia é desenvolver estudos teóricos e empíricos voltados para a compreensão dos desafios e obstáculos políticos e sociais ao funcionamento da democracia no contexto brasileiro. As principais vertentes de análise abordam as representações sociais e discursos sobre ordem, violência, direitos humanos e democracia; o perfil dos atores políticos na atuação legislativa; as inovações e os efeitos dos achados da ciência e da tecnologia de vigilância nas instituições voltadas para o controle social; os aspectos multidimensionais da segurança e seus reflexos na democracia; e o perfil das percepções punitivas e das políticas penais adotadas. A questão central que orienta essas vertentes é a persistência da presença do autoritarismo na sociedade brasileira e os riscos que dele derivam para a democracia. Apesar dos avanços políticos e sociais que se estabeleceram com a redemocratização, com a ampliação dos direitos formais dos cidadãos, sobrevivem percepções, valores, práticas e atitudes que contrastam e mesmo buscam negar aqueles avanços. As instabilidades políticas vividas pelo país nos últimos dez anos têm colocado o desafio para as ciências sociais de explicar as dinâmicas políticas e sociais que minam o apoio ao regime democrático e fomentam soluções autoritárias para a vida social e política. A estratégia metodológica a ser adotada compreende, além do uso de fontes documentais, o desenvolvimento de pesquisas de caráter quanti e quali (questionários, entrevistas, grupos focais) em torno das vertentes de análise apontadas acima, articulando a cooperação de variados grupos de pesquisa e pesquisadores em diversos estados brasileiros. (AU)

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