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Desenvolvimento de infra-estrutura e padronização de provas para identificação de fatores de colonização, em amostras ETEC de origem humana - utilização de anticorpos monoclonais na caracterização..

Processo: 96/01568-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 1996 - 31 de março de 2000
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Lucila Costallat Ricci
Beneficiário:Lucila Costallat Ricci
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Anticorpos monoclonais  Escherichia coli  ELISA 

Resumo

A patogenicidade da Escherichia coli enterotoxigênica (ETEC) está associada a dois fatores principais, sendo o primeiro relacionado à colonização da bactéria na mucosa do intestino delgado. e o segundo a produção de enterotoxinas termoestáveis (STa) e termolábeis (LT-I e LT-II). Em projeto anterior, apoiado pela FAPESP (número 92/1153-8), obtivemos 9 hibridomas secretores de anticorpos monoclonais (MAbs) reativos contra a fimbria PCFO2 (anteriormente por nós denominada de PCFACC84), identificada em amostras ETEC LT-I+, isoladas de casos diarréicos humanos no nosso meio. Destes, 4 são da classe IgA e 5 da sub-classe IgG2b. Neste projeto, em continuidade aos trabalhos já desenvolvidos, propomos: mais adequadamente verificar a reatividade dos monoclonais produzidos pelos 9 hibridomas estocados e padronizar com estes, provas de identificação de PCFO2. Estes anticorpos monoclonais irão possibilitar não só a verificação de possíveis variações de epítopos em fímbrias purificadas de amostras PCFO2 isoladas e subunidades enzimáticas da mesma, como também padronização da prova de inibição do ELISA para pesquisa deste FC em trabalhos epidemiológicos. Possível homologia antigênica com relação aos demais FC descritos em amostras ETEC de origem humana também será pesquisada Além disto, através da montagem de toda a infra-estrutura necessária para a caracterização proposta, teremos subsídios para prosseguirmos em termos de padronização da prova do ELISA com soros policlonais, como um trabalho suporte para outros projetos dentro desta linha de pesquisa, visando à identificação dos FC produzidos por amostras ETEC de origem humana. Apenas com a padronização adequada de técnicas imunoquímicas rápidas e específicas é que amostras ETEC recém isoladas, poderão ser realmente verificadas quanto aos seus FC. (AU)