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Avaliação clínica da retenção e efetividade na prevenção de cárie dentária dos materiais Vitremer e ketac-bond, utilizados como selantes oclusais, após 2 anos de aplicação

Processo: 96/05278-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 1996 - 31 de agosto de 1998
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Odontologia Social e Preventiva
Pesquisador responsável:Antonio Carlos Pereira
Beneficiário:Antonio Carlos Pereira
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Grupos de risco 

Resumo

Os selantes oclusais têm se tornado, principalmente nas duas últimas décadas, um método preventivo eficiente em relação às superfícies oclusais, porém sua utilização em Saúde Pública é bastante insípida. O objetivo deste trabalho é investigar a retenção e eficiência na prevenção da cárie dentária de dois selantes ionoméricos, VITREMER e KETAC-BOND, após avaliações clínicas de 6 meses, 1 ano e 2 anos. A amostra será constituída por dois grupos: grupo controle compreendendo 200 primeiros molares permanentes de 50 crianças sem cárie oclusal e grupo experimental com 400 primeiros molares permanentes de 100 crianças, sendo os dois grupos constituídos por crianças na faixa etária de 6 e 7 anos de idade, sendo que estas serão divididas em grupos de risco à cárie, buscando assim calcular parâmetros da relação custo-benefício para utilização dos selantes ionomérico em Saúde Pública. A análise da situação odontológica brasileira nos dias atuais mostra-nos o seguinte quadro: um n° de cirurgiões-dentistas equivalente a 11% do total de profissionais existentes no mundo, sendo que em âmbito nacional são 1241 habitantes para cada cirurgião-dentista, quando a meta proposta pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de um dentista para cada 1500 habitantes. Em contra partida, baseando-se em levantamento epidemiológico nacional; verificou-se no estado de São Paulo em 1986, que havia uma média do índice CPOD de 6,5 de dentes cariados de crianças de até 12 anos de idade, sendo que destes somente 2,8 eram tratados (Ministério da Saúde, 1988). (AU)