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Estudos evolutivos em vertebrados: análises citogenéticas, moleculares e morfológicas. II. banco de células de mamíferos e lacertílios

Processo: 97/05493-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 1997 - 31 de agosto de 1999
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal
Pesquisador responsável:Yatiyo Yonenaga-Yassuda
Beneficiário:Yatiyo Yonenaga-Yassuda
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):DNA mitocondrial  Hibridização in situ  Evolução cromossômica 

Resumo

Este projeto apresenta uma abrangência multidisciplinar visando o estudo da fauna brasileira de roedores, marsupiais, lagartos e anfíbios aos níveis citogenéticos, moleculares e morfológicos. Dentro do nosso grupo, a caracterização cromossômica tem sido baseada em análises citogenéticas convencionais, além da utilização de técnicas modernas como hibridação in situ com sondas teloméricas e ribossômicas, e pintura de cromossomos com sondas espécies-específicas gerados a partir de micro dissecção. Neste sentido, temos levantado vários problemas de evolução cromossômica em vários grupos afins. Na área de citogenética de lagartos, a boa caracterização dos cromossomos tem contribuído no entendimento da variabilidade cariotipica em alguns grupos, podendo-se inclusive inferir alguns aspectos do processo evolutivo. Análises morfológicas em espécies do gênero do roedor Akodon estão definindo as variáveis relevantes na discriminação de espécies. O estudo do polimorfismo cromossômico em A. cursor vem contribuir no entendimento das diferentes freqüências dos rearranjos cromossômicos ao longo dá sua distribuição geográfica. Aliado aos dados citogenéticos e morfológicos, pretende-se realizar estudos de seqüenciamento de DNA em alguns grupos de interesse que, numa análise conjunta, permitirão estabelecer inferências filogenéticas mais conclusivas. O grupo tem participado do levantamento e caracterização faunístico-ecológica principalmente da região de Floresta Amazônica do Estado do Mato Grosso, que tem evidenciado algumas espécies novas de roedores e caracterizado pela primeira vez espécies de marsupiais, lagartos e anfíbios dessa região. Mantemos nesse projeto, um Banco de Células de Mamíferos e Lacertílios, o que tem garantido um estoque de células decorrentes de culturas primárias de fibroblastos e tecidos de diferentes espécies para estudos citogenéticos e de DNA, o que constitui um material precioso para estudos da nossa biodiversidade. (AU)