Busca avançada
Ano de início
Entree

Teorias de calibre e temperatura finita

Processo: 00/13630-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de março de 2001 - 28 de fevereiro de 2005
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Física - Física das Partículas Elementares e Campos
Pesquisador responsável:Josif Frenkel
Beneficiário:Josif Frenkel
Instituição-sede: Instituto de Física (IF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores principais:Fernando Tadeu Caldeira Brandt
Auxílios(s) vinculado(s):04/03376-2 - Ashok Kumar Das | University Rochester - Estados Unidos, AV.EXT
03/01012-0 - Ashok Kumar Das | University of Rochester - Estados Unidos, AV.EXT
01/10578-2 - Dennis Gerard Creasor McKeon | University Western Ontario - Canadá, AV.EXT
01/02597-7 - Ashok Kumar Das | University Rochester - Estados Unidos, AV.EXT
Assunto(s):Teoria de campos  Teoria de Gauge  Análise térmica  Eletrodinâmica quântica  Cromodinâmica quântica 

Resumo

Teorias de Calibre tais como a Eletrodinâmica Quântica (QED), a Cronodinâmica Quântica (QCD) ou a Gravitação, são a base de estudo das interações fundamentais das partículas elementares. Quando os efeitos da temperatura são considerados, a estrutura básica da matéria revela-se como um plasma de léptons e de quarks que interagem pela troca de fótons e dos glúons. A dinâmica destas partículas é descrita por teorias do campo cuja característica comum é a simetria sob transformações do calibre. Tais teorias são também relevantes em 2 + 1 dimensões na descrição do efeito Hall quantizado ou da supercondutividade. Uma propriedade importante destas teorias é a presença dos termos topológicos de Chern-Simons (CS) na ação efetiva da teoria. Para temperatura zero, os termos topológicos implicam em uma lei da quantização que preserva a invariância por transformações de calibre grandes, associada com números topológicos não triviais. Por outro lado, para temperaturas não nulas, termos individuais da série perturbativa são funções contínuas da temperatura T, violando portanto a quantização. Não obstante, mostramos em trabalhos anteriores que em determinados casos a ação completa é invariante por transformações de calibre grandes. Isto acontece porque o coeficiente de CS representa somente o primeiro termo na expansão da ação efetiva para temperaturas não nulas. O presente projeto, que representa um desenvolvimento de nosso trabalho, tem o objetivo de estudar o mecanismo que assegura a invariância grande de calibre QED e QCD na presença de termos topológicos. Gostaríamos de investigar estes processos em calibres físicos, como os calibres axiais e de Coulomb, onde os bósons vetoriais têm somente graus de liberdade físicos. Nossa expectativa é que o uso de tais calibres para temperatura não nula pode revelar mais claramente o mecanismo que assegura a invariância grande de calibre destas teorias. (AU)