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Diferenças sexuais no desenvolvimento e nas alterações vasculares funcionais da hipertensão induzida por desoxicorticosterona e salina (DOCA-sal)

Processo: 97/14208-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 1998 - 30 de abril de 2000
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal
Pesquisador responsável:Rita de Cassia Aleixo Tostes Passaglia
Beneficiário:Rita de Cassia Aleixo Tostes Passaglia
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Hormônios esteroides gonadais  Hipertensão  Sistema cardiovascular 

Resumo

A baixa incidência de acidentes cardiovasculares em mulheres em idade fértil e o aumento dos mesmos após a menopausa levou alguns autores a sugerir que os hormônios sexuais femininos conferem proteção ao sistema cardiovascular (Glendy et al., 1937). A maior incidência de acidentes cardiovasculares ou o desenvolvimento de hipertensão mais severa em machos que em fêmeas poderia ser decorrente de proteção cardiovascular conferida pelos hormônios sexuais femininos ou por uma ação facilitatória dos hormônios sexuais masculinos para a instalação da hipertensão. Em modelos experimentais de hipertensão arterial, como em ratos espontaneamente hipertensos, SHR e SHRSP, e ratos Dahl sal-sensíveis, as fêmeas apresentam hipertensão menos severa que os machos (Iams & Wexler, 1977; Cambotti et al., 1984; Dahl et al., 1962) Ouchi et ali (1987) e estudos preliminares em nosso laboratório demonstraram diferenças sexuais no desenvolvimento da hipertensão em ratos tratados com desoxicorticosterona e salina (ratos DOCA-sal). Ratos machos DOCA-sal apresentam níveis mais elevados de pressão arterial e a hipertensão se instala mais precocemente nestes animais, quando comparados às fêmeas. Este projeto tem por objetivo avaliar se existe dimorfismo sexual também nas alterações funcionais vasculares observadas na hipertensão DOCA-sal e se existe correlação entre as diferenças sexuais observadas no desenvolvimento da hipertensão e na presença das alterações funcionais vasculares. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
R.C. TOSTES; D. NIGRO; Z.B. FORTES; M.H.C. CARVALHO. Effects of estrogen on the vascular system. Brazilian Journal of Medical and Biological Research, v. 36, n. 9, p. 1143-1158, Set. 2003.

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