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Susceptibilidade e anisotropia magnética aplicada ao magmatismo basáltico pós Paleozoico do Nordeste do Brasil: mecanismos de alojamento e identificação de áreas fonte

Processo: 98/04420-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 1998 - 31 de julho de 2000
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Carlos José Archanjo
Beneficiário:Carlos José Archanjo
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Tectônica  Microestruturas 

Resumo

A anisotropia de susceptibilidade magnética tem sido largamente empregada na determinação do fluxo de corpos magmáticos na crosta terrestre. Em diques basálticos tem-se mostrado que em geral a susceptibilidade mínima é perpendicular às paredes da fratura enquanto a susceptibilidade máxima alinha-se paralelamente ao fluxo de magma. Um enxame de diques máficos pode ter se formado a partir uma única fonte (zona de fusão parcial do manto) ou então derivar de múltiplas fontes distintas; a variação na atitude da lineação magnética ao longo do enxame é o elemento chave na identificação do regime de escoamento do magma basáltico. Pretendemos aplicar a anisotropia de susceptibilidade magnética ao magmatismo Pós-Paleozóico do Nordeste Oriental do Brasil, representado pelo enxame de diques do Jurássico Superior e por necks basálticos do Terciário. A identificação da mineralogia magnética e o estudo microtextural dos silicatos e óxidos nos permitirão caracterizar a fonte e origem da anisotropia de susceptibilidade. (AU)