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Cronologias regionais, hiatos e descontinuidades na história pré-colonial da Amazônia

Resumo

Após um início de ocupação precoce e a rápida colonização de diferentes tipos de ambientes, a partir de cerca de 7.500 BP os sinais visíveis de ocupação na Amazônia ficam restritos a algumas regiões específicas como o estuário e o alto Madeira. Ao redor de cerca de 2.500 anos BP mudanças notáveis nos padrões de organização social, econômica e política tornam-se perceptíveis no registro arqueológico da Amazônia, indicadas pelo aumento no tamanho, densidade e duração de ocupação nos sítios arqueológicos. Propõe-se aqui que a história da ocupação humana pré-colonial da Amazônia foi caracterizada pela alternância entre períodos de estabilidade permeados por mudanças bruscas nesses padrões. Este projeto procura testar tal hipótese geral através realização de pesquisas arqueológicas em duas áreas de estudo distintas da Amazônia: uma com evidências de ocupações contínuas ao longo do Holoceno, a bacia do alto rio Madeira, outra com evidência de ocupações descontínuas: a área de confluência dos rios Negro e Solimões, na Amazônia central. (AU)

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Adubo pré-colombiano 
Abono precolombino 
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