| Processo: | 02/11102-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2003 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2005 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Sérgio Luis Felisbino |
| Beneficiário: | Sérgio Luis Felisbino |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Assunto(s): | Castração animal Células estromais Matriz extracelular Metaloproteinases da matriz Terapia de reposição hormonal Próstata Testosterona |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Castracao | Estroma | Matriz Extracelular | Metaloproteinase | Prostata | Reposicao Hormonal |
Resumo
As metaloproteinases de matriz (MMPs) formam um grupo de enzimas com a habilidade comum de degradar vários componentes da matriz extracelular, principalmente colágeno, elastina, laminina, fibronectina e proteoglicanos. As MMPs estão envolvidas em vários processos fisiológicos, como, por exemplo, o desenvolvimento embrionário, a ovulação e a renovação e remodelação da matriz extracelular. Entretanto, elas também estão presentes em situações patológicas, tais como a tumorigênese, a metástase e a artrite reumatóide. Tem sido demonstrado que uma alta expressão de MMPs está diretamente associada ao potencial invasivo e metastático de vários tumores malignos humanos, como os de mama, cólo do útero, pulmão e próstata. Desta forma, uma nova e promissora estratégia de tratamento de tumores pode ser realizada através do uso de inibidores de MMPs. O uso destes inibidores parece extremamente importante no tratamento de tumores prostáticos que não respondem à privação androgênica. Contudo, mais estudos são necessários para o entendimento da participação das MMPs na fisiologia prostática em situações de privação androgênica. O processo de involução prostática que ocorre após a privação androgênica (castração) tem sido utilizado como modelo para estudos da fisiologia da próstata. Atualmente, nosso laboratório está empenhado em caracterizar a expressão de MMPs durante o processo de involução. Neste projeto, iremos investigar a expressão e a distribuição tecidual das metaloproteinases MMP-1, MMP-2, MMP-3, MMP-7, MMP-9 e relacioná-las aos processos de proliferação celular e de reorganização dos componentes fibrilares do estroma da próstata ventral de ratos durante o processo de recuperação glandular por reposição hormonal com testosterona após 21 dias de involução prostática devida à castração. Para isto, serão empregadas análises citoquímicas, morfométricas, imunocitoquímicas, proliferação celular, análise ultra-estrutural, além de zimografia, que colaborem para um melhor entendimento da participação destas metaloproteinases na fisiologia prostática normal e patológica. (AU)
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