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Mercados internacionais agrícolas, pobreza e desigualdade no Brasil

Processo: 06/03104-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de setembro de 2007 - 31 de agosto de 2010
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Economia Internacional
Pesquisador responsável:Joaquim José Martins Guilhoto
Beneficiário:Joaquim José Martins Guilhoto
Instituição-sede: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores principais:
Carlos Roberto Azzoni ; Eduardo Amaral Haddad
Pesq. associados: Fernando Gaiger Silveira ; Marcos Minoru Hasegawa ; Marie Gabrielle Piketty ; Ricardo Abramovay ; Simão Davi Silber
Assunto(s):Economia regional  Contas nacionais  Globalização  Insumo-produto  Desigualdade social  Pobreza  Brasil 

Resumo

A redução da pobreza é um componente importante dos debates sobre a liberalização dos mercados internacionais, como demonstra sua inclusão na pauta das negociações da Organização Mundial do Comércio. Entretanto, não há hoje respostas definitivas sobre o impacto possível da liberalização dos mercados internacionais agrícolas sobre as populações pobres, nem sobre quais são as políticas públicas que podem tornar-se necessárias para reduzir a pobreza e as desigualdades sociais num contexto de liberalização comercial. Esse tema é particularmente importante no Brasil, devido à importância do setor agrícola em sua pauta de negociações internacionais e à persistência de altos níveis de pobreza e de desigualdade no país. Nesse sentido, o objetivo geral do projeto é analisar em quais circunstâncias seria possível garantir que a abertura dos mercados agrícolas levasse à redução da pobreza e a uma maior eqüidade no Brasil. A metodologia é baseada sobre: (i) a análise detalhada dos impactos passados da abertura parcial de alguns mercados ou, de maneira mais geral, do aumento do peso dos mercados internacionais agrícolas, sobre a pobreza e a eqüidade no Brasil; (ii) a elaboração de um Modelo Inter-regional Aplicado de Equilíbrio Geral e do seu banco de dados, com desagregação fina do setor agrícola; (iii) a formulação dos cenários mais prováveis, em termos de comércio internacional e de políticas públicas nacionais, e a análise dos seus possíveis impactos sobre a economia brasileira e a distribuição de renda a partir desse modelo. (AU)

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