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Estudo histoquímico e ultra-estrutural dos elementos esqueléticos da nadadeira caudal em regeneração em teleósteos submetidos a ação da dexametasona

Processo: 03/13091-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2004 - 31 de julho de 2006
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Ivanira José Bechara
Beneficiário:Ivanira José Bechara
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Dexametasona  Matriz extracelular 

Resumo

As nadadeiras dos peixes teleósteos apresentam uma capacidade de regeneração bastante rápida, o que as torna um modelo biológico importante e adequado para o estudo in vivo do efeito de drogas que possam alterar esse crescimento. Sabe-se, por relatos na literatura, que certas drogas anti-inflamatórias, esteróides e não esteróides, podem afetar a síntese e a disposição das moléculas de colágeno. Este projeto terá como objetivo estudar o efeito da dexametasona, um glicocorticóide esteróide utilizado no tratamento de doenças reumáticas, durante o processo regenerativo das actinotriquias (compostas por elastoidina, uma proteína semelhante ao colágeno). As actinotriquias constituem um dos elementos esqueléticos das nadadeiras dos peixes teleósteos, dando sustentação para as extremidades das nadadeiras. Para esse estudo, 2 aquários de vidro com 12 litros de água cada um serão montados. A água será declorada e limpa, a temperatura será de 25°C e a aeração será constante. Em um dos aquários será dissolvida a dexametasona (Henrifarma) na concentração de 0,25 mg/l. No outro aquário teremos apenas água e servirá como controle. Quarenta e oito alevinos de carpa serão anestesiados com benzocaína (1:10000) e terão suas nadadeiras caudais amputadas transversalmente. Após a amputação, os peixes serão divididos em 2 grupos de 24 peixes cada. Um grupo irá para o aquário contendo a dexametasona dissolvida e o outro grupo irá para o aquário controle. Os peixes permanecerão nestes aquários para que a regeneração ocorra. Diariamente, até o final do experimento, metade da água de cada aquário será trocada por água limpa e, no aquário experimental, metade da dose da dexametasona será acrescentada. Os animais serão anestesiados, sacrificados e as nadadeiras em regeneração serão excisadas e fixadas em intervalos de 1, 2, 4, 5, 6, 8, 10 e 12 dias após a amputação. Serão utilizados 3 espécimes para cada intervalo de tempo. As amostras serão processadas para permitir estudos ao nível da microscopia de luz e eletrônica de transmissão. (AU)

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