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Uma comparação transcultural da fadiga crônica e da síndrome da fadiga crônica entre o Brasil e o Reino Unido

Resumo

A síndrome da fadiga crônica (SFC) como uma doença grave com causas físicas parece ser um fenômeno peculiar no Ocidente. Alguns fatores socioculturais unicamente observados no Ocidente parecem influenciar a perpetuação da SFC. HIPÓTESES: 1) Os pacientes brasileiros que preenchem os critérios para SFC têm uma fenomenologia e um modelo explanatório diferente de seus pares britânicos. 2) Os fatores perpetuadores da fadiga estão menos prevalentes entre os pacientes brasileiros com a fadiga crônica (FC: uma forma sub-sindrômica da SFC) do que entre seus pares britânicos. MÉTODOS: Um estudo de corte transversal será conduzido em São Paulo e Londres, rastreando os usuários de unidades básicas de saúde com o Questionário de Fadiga. Todos os pacientes com a FC responderão os questionários sobre os fatores perpetuadores e a deficiência funcional além do procedimento diagnóstico da SFC. Simultaneamente, um estudo qualitativo avaliará os pacientes com SFC identificados nos ambulatórios de atenção terciária. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
CHO‚ HJ; BHUGRA‚ D.; WESSELY‚ S. ‘Physical or psychological?’-a comparative study of causal attribution for chronic fatigue in Brazilian and British primary care patients. ACTA PSYCHIATRICA SCANDINAVICA, v. 118, n. 1, p. 34-41, 2008.

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