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Caracterização de parâmetros anatomo-clínicos, imuno-histoquímicos e moleculares do tumor estromal gastro-intestinal (GIST) e sua eventual correlação com comportamento biológico

Processo: 07/51864-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de novembro de 2008 - 31 de outubro de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Carlos Eduardo Bacchi
Beneficiário:Carlos Eduardo Bacchi
Empresa:Laboratório de Patologia Bacchi Ltda
Município: Botucatu
Assunto(s):Imuno-histoquímica  Mutação  Proliferação celular  Neoplasias gastrointestinais  Tumores do estroma gastrointestinal  Receptor do fator de crescimento epidérmico 

Resumo

O tumor estromal gastrointestinal (GIST) é a neoplasia mesenquimal mais comum do trato gastrointestinal (TGI), podendo ocorrer em localização extra- TGI. Seu estudo vem adquirindo progressiva importância na literatura, particularmente após o advento de terapia molecular específica (IMATINIB). A aquisição de novos conhecimentos é cada vez maior, particularmente no que se refere a mecanismos moleculares envolvidos em sua gênese, crescimento e sensibilidade/resistência ao tratamento. O presente trabalho tem por objetivo estratificar cerca de 300 casos de GIST de acordo com critérios pré-estabelecidos de risco de malignidade, tipo histológico, localização anatômica e perfil molecular (mutações em KIT e PDGFRA), correlacionando essas informações com a avaliação da taxa de proliferação celular através de estudo imunoistoquímico da expressão do antígeno Ki-67, além de estudo do papel da expressão de EGFR (Epidermal Growth Factor Receptor) e TP53 nos GIST. Serão estudados cerca de 300 casos de GIST a partir de blocos de parafina obtidos da Consultoria em Patologia/GenePath (Botucatu/SP). Por se tratar da neoplasia mesenquimal mais freqüente do TGI e por apresentar comportamento biológico bastante variável, é fundamental o estudo das características anátomo-clínicas, imunoistoquímicas e moleculares dos GIST e a correlação dessas informações entre si na tentativa de caracterizar grupos de melhor ou pior prognóstico, auxiliando o manejo clínico dos doentes. (AU)