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Análise do perfil de expressão gênica de pacientes com leucemia mielóide crônica pré e após o tratamento com mesilato de imatinibe ou dasatinib (bms-354825)

Processo: 05/60266-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2006 - 31 de agosto de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Katia Borgia Barbosa Pagnano
Beneficiário:Katia Borgia Barbosa Pagnano
Instituição-sede: Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Leucemia mieloide aguda 

Resumo

A leucemia mielóide crônica (LMC) é uma doença mieloproliferativa clonal originada de uma célula tronco hematopoiética pluripotente. O gene de fusão bcr/abl, resultante de uma translocação recíproca entre os braços longos dos cromossomos 9 e 22, codifica a proteína citoplasmática BCR-ABL que apresenta uma atividade tirosina quinase constitutivamente ativada. Apesar do sucesso do Mesilato de imatinibe (um inibidor específico de proteínas tirosina quinases) no tratamento da LMC, pacientes que se encontram nas fases mais avançadas da doença têm apresentado resistência primária ou secundária. As mutações de ponto no domínio da quinase ABL estão entre os mecanismos de resistência mais comuns à essa droga. Outra droga com ação semelhante, o dasatinib (inicialmente BMS-354825), encontra-se atualmente em fases II e III de estudo em pacientes resistentes ou intolerantes ao imatinibe. Recentemente, diferentes tipos de respostas de pacientes à diversas terapias foram associados a perfis de expressão gênica através da tecnologia de microarranjos de cDNA. Em alguns casos, foi possível estabelecer uma relação direta entre grupos de genes e resultados obtidos com o tratamento. Os objetivos desse trabalho consistem em identificar perfis de expressão gênica apresentados por pacientes com LMC na fase de pré-tratamento com Mesilato de imatinibe ou dasatinib que possam estar associados aos diferentes tipos de resposta e perfis de expressão gênica comuns a pacientes que tiverem má evolução após um ano de acompanhamento. A análise do perfil de expressão gênica será realizada com o emprego de microarrays de cDNA. A identificação de grupos de genes que estejam relacionados aos diferentes tipos de resposta aos inibidores de quinases/ tirosina quinases talvez possam auxiliar na determinação de grupos de diferentes prognósticos e na decisão da melhor terapêutica. (AU)