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Sorologia de antígenos flagelares de amostras de Escherichia coli enteropatogênicas (EPEC) e E. coli produtoras da toxina de Shiga (STEC) isoladas de diferentes animais e análise comparativa do gene fliC por PCR-RFLP

Resumo

Analisando-se a produção de fatores de virulência e a patogenicidade para animais de laboratório, as amostras de E. coli que serão analisadas no presente estudo associadas à diarreia podem ser classificadas em duas categorias: E. coli enteropatogênicas (EPEC) e produtoras da Toxina de Shiga (STEC). As EPEC são capazes de induzir profundas alterações estruturais das células epiteliais do intestino, o que acarreta processos diarreicos. As STEC constituem um grande grupo e produzem duas potentes citotoxinas semelhantes à toxina de Shigella, Stx1 e Stx2, codificadas através de bacteriófagos. Alguns sorotipos de STEC expressam uma enterohemolisina (Ehly). A motilidade de cepas bacterianas flageladas provém da rotação do filamento flagelar externo. A variabilidade do antígeno H é encontrada dentro do filamento flagelar. O antígeno flagelar de E. coli correspondente ao filamento é formado pela polimerização de uma única subunidade proteica, codificada pelo gene fliC. Este trabalho terá como objetivo geral utilizar as técnicas de clonagem e RFLP nas amostras amplificadas por PCR para determinar o perfil do antígeno flagelar e verificar as diferenças entre os H tipáveis dos principais sorotipos das categorias de E. coli encontradas em cães, ovinos, bovinos, macacos, coelhos e humanos. Os animais estudados estão diretamente relacionados com o homem, sendo transmissores em potencial dos patógenos aqui analisados. O gene flagelar será estudado nesta pesquisa por causa da relação de sua expressão com sorotipos e patótipos de E. coli e provável potencial em colaborar na adesão da bactéria à célula hospedeira. (AU)