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Educação, ciências e cultura: territórios em fronteiras no Programa BIOTA - FAPESP

Processo: 06/00752-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2006 - 28 de fevereiro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Educação - Currículo
Pesquisador responsável:Antonio Carlos Rodrigues de Amorim
Beneficiário:Antonio Carlos Rodrigues de Amorim
Instituição-sede: Faculdade de Educação (FE). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Formação de professores  Subjetividade 

Resumo

Buscar possibilidades de fuga, de vazamento e de diferir o currículo como texto cultural é a proposta deste projeto de pesquisa, em que se escavará a provocação deleuziana de que a escrita e significação não são obrigatoriamente associadas. Dedicando-se ao estudo de escritas de textos de graduandos de cursos de Licenciatura da Unicamp (mais particularmente os de Biologia), de professores da educação básica, imagens fotográficas, televisivas e de produtos de divulgação científica do programa BIOTA-FAPESP, neste projeto a procura será pelos fluxos que se/nos acontecem quando questões relativas às identidades são escrituras de subjetividade. Uma das importantes discussões do campo curricular está relacionada aos conhecimentos escolares e sua organização em disciplinas. Uma questão que faço dentro dessa discussão é: a disciplina Biologia aproxima-se para sua permanência na escola de quais das temáticas ambientais, organizadas nos currículos como temas transversais ou interdisciplinares? Para tanto, buscarei articulações entre ciências e cultura, pelas vertentes que relacionam natureza e cultura, e as escritas do humano que por elas perpassam. Para este objetivo, o programa BIOTA-FAPESP torna-se exemplar, uma vez que produz novos conhecimentos e sensibilidades para o ambiente, em uma biodiversidade que também se circunscreve em um desaparecimento do humano. A problematização da pesquisa será realizada tendo como companhia as questões: O currículo-linguagem-representação-conhecimento-moral é capaz de funcionar, agir, ser fora da máquina de guerra, captura e estriamento dos espaços educativos, escolares ou não? Quais escritascurrículo suportam a fuga, o vazio ou a ausência do sujeito-identidade-cultura-pedagogia? São perguntas lançadas para se imaginar o currículo como acontecimento, sua escrita como arma. (AU)

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